Ordem dos Frades Menores Conventuais - Custódia Provincial Imaculada Conceição dos Franciscanos Conventuais do Rio de Janeiro - PAZ & BEM!!!

domingo, 30 de novembro de 2014

O que o Papa espera do Ano da Vida Consagrada?

Em uma carta para o mundo religioso, Francisco indica metas e expectativas para este "ano de graça" que começará no dia 30 de novembro e irá até o 2 de fevereiro de 2016

Escreve como Sucessor de Pedro Papa Bergoglio a todos os religiosos e religiosas do mundo, por ocasião do Ano da Vida Consagrada que começará no próximo dia 30 de novembro, e terminará no dia 2 de fevereiro de 2016. Mas se dirige a eles também como “irmão”, “consagrado a Deus como vós”, na carta do 21 de novembro publicada hoje.

Uma carta longa e articulada, na qual o Papa dá algumas ideias e indicações para viver este Ano, por ocasião do 50º aniversário da Constituição dogmática Lumen Gentium sobre a Igreja e do Decreto Perfectae Caritatis. Nesse Francisco também indica os objetivos que tal iniciativa se propõe, os mesmos – escreve – já indicados por são João Paulo II à Igreja do terceiro milênio na Exortação pós-sinodal Vita Consacrata.

Objetivos

Para viver plenamente este Ano, afirma Bergoglio, é preciso olhar o passado com gratidão, viver o presente com paixão e abraçar com esperança o futuro.

O passado não para "fazer arqueologia ou cultivar a nostalgia inútil", mas porque lembrar do próprio começo “e uma forma de manter viva a identidade” e fortalecer a unidade da família. E é um modo também para descobrir “incoerências, fruto das debilidades humanas, às vezes também a obrigação de alguns aspectos essenciais do carisma”, conscientes, porém, que "tudo é instrutivo e junto se torna apelo à conversão”.

Observar o presente é útil para compreender se o Evangelho é verdadeiramente o vade-mécum para a vida e as escolhas de cada dia, explica o Santo Padre. Porque "não é suficiente para lê-lo (ainda que a leitura e o estudo são de extrema importância), não basta meditá-lo (e o fazemos com alegria a cada dia). Jesus nos pede para vive-lo, para viver as suas palavras”. Além do mais, continua o pontífice, “o Ano da vida consagrada nos questiona sobre a fidelidade à missão que nos foi confiada", para debater se os ministérios e obras realizadas até agora “respondem ao que o Espírito pediu aos nossos Fundadores” e “são adequadas para conseguir as finalidades na sociedade e na Igreja de hoje”. “Viver o presente com paixão – continua ainda Francisco – significa se tornar especialista de comunhão’”. E “em uma sociedade do conflito, da difícil convivência entre culturas diferentes, do esmagamento dos mais fracos, das desigualdades”, é fundamental mostrar “um modelo concreto de comunidade” que vive em “relações fraternas” segundo “a mística do encontro”.

Falando do futuro, o Papa enumera as dificuldades enfrentadas pela vida consagrada: a diminuição das vocações e o envelhecimento, os problemas econômicos dada as crises financeiras mundiais, a internacionalidade e a globalização, o relativismo, a marginalização, a 'irrelevância social... No entanto, diz, "nestas incertezas é realizada a nossa esperança". Uma esperança que "não se baseia em números ou em obras, mas naquele em quem depositamos nossa confiança e para quem "nada é impossível". Portanto, recomenda o Pontífice, "não ceder à tentação dos números e da eficiência, muito menos naquela de confiar nas próprias forças”. O chamado vai especialmente aos jovens que são o “presente”, porque oferecem “uma contribuição determinante com o frescor e a generosidade” das suas escolhas, e ao mesmo tempo o futuro “porque em breve – destaca o Papa – sereis chamados a tomar em vossas mãos a liderança da animação, da formação, do serviço e da missão".

Expectativas

Na segunda parte da carta, o bispo de Roma começa com uma pergunta: "O que eu espero, em particular, deste ano de graça da Vida consagrada?". Em primeiro lugar, escreve, "que seja sempre verdade que onde há religiosos haja alegria”. Isso significa que "somos chamados a mostrar que Deus é capaz de encher nossos corações e nos fazer felizes, sem necessidade de procurar em outro lugar a nossa felicidade". E que tal alegria se alimenta com "a autêntica fraternidade vivida em nossas comunidades” e com o “dom total no serviço da Igreja, das famílias, dos jovens, dos anciãos, dos pobres”.

"Que entre nós não haja rostos tristes, pessoas infelizes e insatisfeitas", recomenda Bergoglio. Claro - admite - "também nós, como todos os outros homens e mulheres, sentimos dificuldades, noites do espírito, decepções, doenças, perda das forças devido à idade avançada". Precisamente nesta ocasiões, porém, é necessário encontrar a "perfeita alegria", de modo que, "em uma sociedade que ostenta o culto da eficiência, do salutismo do sucesso, possa-se concretizar as palavras de São Paulo: “Quando sou fraco , então é que sou forte".

Não nos esqueçamos, porém, que “A Igreja não cresce por proselitismo, mas por atração", lembra Francisco, citando a Evangelii gaudium. Portanto, "a vida consagrada não cresce se organizamos belas campanhas vocacionais, mas se os jovens e as jovens que nos encontram se sentem atraídos por nós, se nos veem homens e mulheres felizes!”.

Com esta mesma alegria os consagrados são chamados a “acordar o mundo” e a serem “profetas”. Nesta perspectiva, mosteiros, comunidades, centros de espiritualidade, cidades, escolas, hospitais, casas-família, tornaram-se mais e mais "o fermento para uma sociedade inspirada no Evangelho”.

Mais uma vez, então, um apelo à “comunhão” que se exercita principalmente dentro das respectivas comunidades do Instituto. Aqui – destaca com vigor o Pontífice – atitudes como críticas, fofocas, invejas, ciúmes, antagonismos "não têm o direito morar". Enquanto têm direito à residência a acolhida e atenção recíprocas, a comunhão dos bens materiais e espirituais, a correção fraterna e o respeito pelas pessoas mais fracas”.

Consolidada no próprio Instituto, esta comunhão em seguida, se abre ao exterior, tendo em conta principalmente a relação entre pessoas de diferentes culturas e daquela com os membros dos diferentes institutos. “Não poderia ser este Ano a ocasião para sair com maior coragem dos limites do próprio instituto para elaborar juntos, a nível local e global, projetos comuns de formação, de evangelização, de intervenções sociais?", sugere Francisco. Dessa forma se preservaria “da doença da auto-referencialidade”.

O convite, então, é aquele tipicamente 'bergogliano': "Sair de si mesmos para ir às periferias existenciais”. Porque “existe toda uma humanidade que espera”: pessoas “que perderam toda esperança, famílias em dificuldade, crianças abandonadas, jovens aos quais se impede todo futuro, enfermos e idosos abandonados, ricos saciados de bens e com um vazio no coração, homens e mulheres em busca do sentido da vida, sedentos do divino...”.

Ante tal desconforto generalizado não se pode deixar “asfixiar pelas pequenas encrencas de casa” ou pelos problemas pessoais. “Estes – assegura o Papa – se resolverão se saírem para ajudar os outros a resolverem os seus problemas e a anunciar a Boa Nova. Encontrareis a vida dando a vida, a esperança dando esperança, o amor amando”.

Tudo isso deve ser traduzido em ações concretas "de acolhimento de refugiados, de proximidade com os pobres, de criatividade, na catequese, no anúncio do Evangelho, na iniciação à vida de oração". E mesmo no “emagrecimento das estruturas” e na “reutilização das grandes casas em favor das obras mais adequadas às atuais exigências da evangelização e da caridade”.

Os horizontes do Ano da Vida Consagrada

Indo além dos limites dos Institutos de Vida Consagrada, o Papa, na terceira parte da carta, se dirige aos leigos que, com os consagrados “compartilham ideais, espírito, missão”. A eles o incentivo de vier este Ano “como uma graça que pode tornar-vos mais conscientes do dom recebido”, que deve ser celebrado com toda a “família”. “Em algumas ocasiões – escreve o Santo Padre – quando os consagrados de vários institutos se reunirem, tentem participar também vocês, como expressão do único dom de Deus”, de modo que “se enriqueçam e se apoiem reciprocamente”.

O Sucessor de Pedro, em seguida, fala a todo o povo cristão para que “tome sempre mais consciência do dom que é a presença de tantos consagrados e consagradas, herdeiros de grandes santos que fazem a história do cristianismo”: “O que seria da Igreja sem São Bento e São Basílio, sem Santo Agostinho e São Bernardo, sem São Francisco e Santo Domingos, sem Santo Inácio de Loyola e Santa Teresa D’Avila, sem Santa Angela Merici e São Vicente de Paula? O elenco seria quase infinito, até São João Bosco, à beata Teresa de Calcutá”.

Este ano deve ser, portanto, uma oportunidade para expressar gratidão pelos "dons recebidos e ainda a receber" graças à santidade dos Fundadores, e para reunir-nos em torno das pessoas consagradas, “para alegrar-nos com elas, compartilhar as suas dificuldades, colaborar com elas”. “Mostrem-lhes o afeto e o calor de todo o povo cristão”, recomenda o Papa.

Destaca também a ligação entre família e vida consagrada, ambas “vocações portadoras de riqueza e graça para todos”, espaços de “humanização” e “evangelização”. Com humildade, se dirige aos membros de fraternidades e comunidades pertencentes à Igrejas de tradições diversas daquela católica, que incentiva calorosamente a participar das iniciativas propostas pela Congregação para os Institutos de vida consagrada para que “cresça o conhecimento mútuo, a estima, a colaboração recíproca, de modo que o ecumenismo da vida consagrada seja de ajuda ao amplo caminho rumo à unidade entre todas as Igrejas”.

Duas palavras, por fim, aos irmãos no episcopado: "Que este ano seja uma oportunidade de acolher cordialmente e com alegria a vida consagrada como um capital espiritual que contribua ao bem de todo o corpo de Cristo e não só das famílias religiosas”, escreve o Santo Padre.

Conclui, portanto, exortando os pastores das Igrejas particulares "a uma solicitude especial" na promoção dos diversos carismas, tanto aqueles históricos quanto os novos, “apoiando, animando, ajudando no discernimento, aproximando-os com ternura e amor às situações de sofrimento e de debilidade nas quais possam encontrar-se alguns consagrados”. Tudo para que “a beleza e a santidade” da vida consagrada possam resplandecer em toda a Igreja. 
(28 de Novembro de 2014) © Innovative Media Inc.

Papa fala aos religiosos

"É melhor brigar do que falar por trás, diz o Papa aos religiosos

O Papa convida os participantes da assembleia da Conferência Italiana de Superiores Maiores a serem francos. Destaca também a importância da vida fraterna em uma sociedade individualista


Ao invés de falar por trás, é melhor que dois religiosos briguem. Com a sua habitual franqueza, o Papa Francisco falou, na manhã de hoje, aos participantes da assembleia da Conferência italiana de Superiores Maiores, concluída hoje em Tivoli.

O Santo Padre iniciou o seu discurso ressaltando o importante papel que desempenham os religiosos para fazer "atratividade" a Igreja. "Ante o testemunho de um irmão e de uma irmã que vive verdadeiramente a vida religiosa, as pessoas se perguntam 'o que é isso?’, ‘O que leva essa pessoa além do horizonte mundano?’”, disse o Papa.

Essas perguntas das pessoas nascem da percepção de radicalidade que caracteriza o religioso, mas que – destacou o Pontífice – “é exigida de cada cristão”. No entanto, os religiosos devem fazer desta "radicalidade" um "testemunho profético", que "coincide com a santidade". O Santo Padre explicou, portanto, que "a verdadeira profecia nunca é ideológica, não está de 'moda', mas é sempre um sinal de contradição, segundo o Evangelho, assim como era Jesus”, porque desorientou “as autoridades religiosas do seu tempo".

Jesus Cristo que, acrescentou o Papa sobre a missão dos religiosos, deve estar sempre no centro. "Todo carisma para viver e ser frutífero é chamado a descentralizar-se, para que no centro esteja apenas Jesus Cristo", disse. Usando uma alegoria eficaz, Francisco acrescentou: "O carisma não deve ser armazenado como uma garrafa de água destilada, deve ser frutificado com coragem, comparando-o com a realidade presente, com as culturas, com a história, como nos ensinam os grandes missionários das nossas instituições”.

Esta simbiose com a realidade é sublimada pelo sinal de uma "vida fraterna", à qual são chamados os religiosos. Daqui pra frente, improvisando, a passagem mais evocativa do discurso do Papa, que perguntou: "Mas por favor, que não exista entre vocês o terrorismo das fofocas, hein! Joguem isso fora! Que haja fraternidade! E se você tem algo contra o seu irmão, diga-o na cara... Algumas vezes vai acabar em socos, não é um problema: é melhor isso do que o terrorismo das fofocas”.

É fundamental a mensagem que a vida consagrada pode oferecer à sociedade, porque “hoje a cultura dominante é individualista, centrada nos direitos individuais". Trata-se de “uma cultura que corroi a sociedade a partir da sua célula primária que é a família”. É por isso que “a vida consagrada pode ajudar a Igreja e toda a sociedade dando testemunho de fraternidade, que é possível viver juntos como irmãos na diversidade”.

Tal convivência entre pessoas “diferentes e caráter, idade, formação, sensibilidade” nem sempre dá certo, “mas – acrescentou o Papa – dá pra reconhecer que se errou, se pede perdão e se oferece o perdão”. Perdão que “faz bem para a Igreja: faz circular no corpo da Igreja a linfa da fraternidade. E faz bem também para toda a sociedade”.

Para alimentar esta fraternidade, o Papa faz, então, o apelo: “A cada dia temos que colocar-nos nesta relação, e o podemos fazer com a oração, com a Eucaristia, com a adoração, com o Terço – explicou -. Assim, nós renovamos a cada dia o nosso ‘estar’ com Cristo e em Cristo, e assim nos colocamos nessa relação autêntica com o Pai que está nos céus e com a Mãe Igreja, a nossa Santa Mãe Igreja Hierárquica, e a Mãe Maria”. O Papa Francisco concluiu assim: “Se a nossa vida se coloca sempre novamente nestas relações fundamentais, então, estamos prontos para realizar também uma fraternidade autêntica, uma fraternidade testemunhal, que atrai”.

(07 de Novembro de 2014) © Innovative Media Inc.
Fonte:http://www.zenit.org/pt/articles/e-melhor-brigar-do-que-falar-por-tras-diz-o-papa-aos-religiosos

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Ano da Vida Religiosa Consagrada

VIDA CONSAGRADA NA IGREJA HOJE – EVANGELHO-PROFECIA-ESPERANÇA

Ano da Igreja

1. Ações em nível internacional

a) 29 de Novembro de 2014 – Vigília de Oração em preparação – Basílica Papal de Santa Maria Maior - Roma

b) 30 de Novembro de 2014 – Abertura Oficial na Basílica de S.Pedro – Roma;

c) 22 - 24 de Janeiro de 2015 – Congresso Ecumênico para Consagrados(as) de outras Igrejas;

d) 08 - 11 de abril de 2015 – Congresso para Formadores(as), para aprofundar os critérios que provém de uma espiritualidade de comunhão;

e) 23 - 26 de setembro de 2015 - Congresso para Jovens Consagrados(as) da Vida Consagrada – até 10 anos;

h) 27/01 – 31/01/2016 - VIDA CONSAGRADA EM COMUNHÃO (Simpósios) - O fundamento comum na diversidade: 27 a 30: Simpósio Institutos de Vida Consagrada e Soc. de Vida Apostólica; 27 a 30: Novos Institutos e Novas Formas de VC; 28 a 31: Vida Monástica; 29 a 31: Institutos Seculares; 29 a 31: “Ordo Virginum”;

i) 30 de Janeiro de 2016 – Vigília de Ação de Graças – Basilica S.Pedro – Roma;

j) 01 de fevereiro de 2016 – Audiência da Vida Consagrada com o Papa Francisco;

k) 02 de fevereiro 2016 - Encerramento oficial do Ano da Vida Consagrada – Roma;

l) Publicação de materiais e documentos. 



2. Ações em Nível Latino Americano – CLAR

a) 16 – 17 de junho de 2015 - III Congresso Latino Americano das Novas Gerações – Bogotá – Colômbia;

b) 18 – 21 de junho de 2015: Congresso: 50º Perfecta Caritatis e o Ano da Vida Consagrada - Bogotá – Colômbia; 



3. Ações em Nivel Nacional - CRB 

a) 30 de Novembro – Abertura Oficial - Santuário Dom Bosco – 18 horas – Brasilia – DF;

b) 30 de Novembro – Abertura Oficial - Santuário de Aparecida – 18 horas – Transmitida pela TV Aparecida;

c) 07 – 10 abril de 2015 - Grande Seminário Nacional para a Vida Consagrada – APARECIDA – SP;

d) 22 a 26/10/15 - Encontro Nacional para Formadores - Fortaleza/CE;

e) 16 de agosto de 2015 - Celebração do “Dia do(a) Consagrado(a)” – 3° Domingo de Agosto em todas as Igrejas do Brasil – ( Ver os Folhetos dominicais: O Domingo, Deus Conosco, etc....); 

f) Mensagem (cartão) para o Dia do(a) Consagrada;

g) Carta convidando os(as) Religiosos(as) de todo o Brasil para o Ano da Vida Consagrada – Novembro 

h) Publicações Mensais na Revista Convergência – Página da Vida Consagrada – Sobre o Documento “Perfecta Caritatis” e outros;

i) Divulgar e refletir os textos que o Vaticano publicará durante este ano celebrativo;

j) Lançamento de “Concurso para o Hino da CRB” para o Ano da Vida Consagrada – Lançamento em Novembro/14

k) Nas correspondências da CRB Nacional haverá destaque sobre o Ano da Vida Consagrada;

l) Participar Encontros Internacionais em Roma – Enviar alguém pela CRB Nacional;

m) 02 de fevereiro de 2016 – Encerramento do Ano da Vida Consagrada – Ver Local e horário; (Possívelmente em Aparecida, uma grande celebração da Vida Consagrada, em horário transmitido em Rede: Aparecida, Canção Nova e Seculo XXI).

n) Constituir uma Equipe para impulsionar o ANO DA VIDA CONSAGRADA – (AEN (Assessoria Executiva Nacional da CRB +)


4. Ações em Nível Regional – CRB 

a) 30 de Novembro – Abertura Oficial – Incentivar, em cada Regional, a abertura nas Capitais – enfim nas Igrejas Arqui(Diocesanas e Paroquiais. “É um ano da Igreja” como tem insistido o Papa Francisco OBS. Cada Regional/Arqui(Diocese), etc., poderá prever a data de abertura, independente da data de Roma e da Nacional; 

b) Organizar os Encontros Formativos do Segundo Semestre, dentro da Temática do Seminário da Vida Consagrada – Abril de 2015 ou do Congresso da CLAR: 50º Perfectae Caritatis e o Ano da Vida Consagrada - Junho de 2015; 

c) Fazer destaques e Celebrações especiais nos Eventos todos da Regional – Formação Inicial e Permanente, etc. 

d) Celebrar o “Dia do(a) Consagrado(a) no 3° Domingo de agosto(16) em todos os Núcleos; Celebrar a Vida Religiosa, particularmente nas Paróquias onde estão Religiosas(os). 

Fonte:CRB

domingo, 2 de novembro de 2014

Quaresma do Advento

Para celebrar o mistério da encarnação do filho de Deus S. Francisco de Assis fazia esta quaresma, que ia da Festa de todos os Santos até a vigília do Natal. Ele se retirava para a solidão, rezava, meditava, jejuava com a finalidade de “submeter o corpo ao Espírito” (Espelho da Perfeição 62). O Tema central de sua meditação, nesta quaresma, era a humildade do Filho de Deus que quis assumir a forma de servo e nascer em condições de extrema pobreza e mortificação. Foi nesta quaresma que, no ano de 1223, aconteceu o presépio de Gréccio (1Cel 84). Os Frades desde esta data, são chamados a mergulharem nesta quaresma para preparar o coração par a vinda do Senhor.
"Pois o bem-aventurado Francisco tinha mais reverência pelo Natal do Senhor que por nenhuma outra solenidade do Senhor, porque, embora nas outras solenidades o Senhor tenha operado a nossa salvação, entretanto,no dia em que ele nasceu para nós - como dizia o bem-aventurado Francisco - que tivemos a certeza de que íamos ser salvos. Por isso queria que nesse dia todo cristão exultasse no Senhor e por seu amor, pois se entregou por nós, e todas as pessoas fossem generosas com alegria não só com os pobres mas também com os animais e as aves. Sobre a cotovia, o bem-aventurado Francisco dizia: “A irmã cotovia tem um capuz como os religiosos, e é uma ave humilde, que faz de boa vontade o seu caminho para encontrar alguma comida, e mesmo que a encontre no meio do esterco dos animais, tira-a e come. Voando louva o Senhor, como os bons religiosos desprezando as coisas da terra vivem sempre nos céus. Além disso, sua roupa, isto é, suas penas, parece terra, dando exemplo aos religiosos, que não devem usar roupas delicadas e coloridas, mas parecida com a terra, como se fosse morta”. Era por isso, porque o bem-aventurado Francisco considerava essas coisas nas irmãs cotovias, que as amava muito e gostava de vê-las." (Cas XIV)

sábado, 1 de novembro de 2014

Padre use o preto na missa de finados, mesmo na forma ordinária!

Roma, 13 de outubro de 2010.

Ao contrário do que muitos pensam, o preto não foi abolido, como cor litúrgica, de nossos paramentos para as Missas e Ofícios de defuntos. Ele apenas restou facultativo, ao lado do igualmente opcional roxo.
E não estou falando do rito antigo. É do rito novo mesmo, a forma ordinária, pós-conciliar. É o rito moderno que permite, na esteira do que sempre se usou, o preto.
Para a "reforma da reforma", nada melhor do que manter a tradição. O rito romano sempre utilizou o preto nas celebrações exequiais. Eis aí um modo prático de nos situarmos na hermenêutica da continuidade, de que o Papa Bento XVI, tem falado.
Embora, pelo Novus Ordo, o roxo seja lícito, o melhor é resgatar o preto, lícito, porém esquecido. Ele é bem mais significativo, deixando o roxo apenas para os tempos penitenciais. Usar o preto deixa bem clara a distinção entre a Quaresma e o dia de finados, por exemplo.
Além de ser esteticamente bem mais apropriado. A mensagem transmitida por um sacerdote com sua casula negra é impactante. Não é de símbolos que o homem moderno para a nova evangelização ser eficaz?
Vejam alguns modelos de casulas góticas e romanas na cor negra:














Abaixo, fotos de Missas com paramentos pretos



Fonte: http://soutotalmentecatolico.blogspot.com.br/p/liturgia.html

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