Ordem dos Frades Menores Conventuais - Custódia Provincial Imaculada Conceição - Franciscanos Conventuais do Rio de Janeiro - PAZ & BEM!!!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Sexto dia da novena em honra ao Seráfico Pai São Francisco de Assis.

Benção de São Francisco

O Senhor te abençoe e te guarde.
O Senhor te mostre seu rosto e tenha misericórdia de ti.Volte o Senhor o Vosso rosto até vós e te conceda a paz.
O Senhor abençoe este seu servo.


Oração para todos os dias

Bem-aventurado pai São Francisco, dirigi compassivo olhar desde o excelso trono de vossa Glória e rogai por vosso povo;
Por este povo que haveis escolhido para que em todo tempo sirva diante de Vos no ministério do Senhor. Assim seja.

Sexto Dia

Maravilhoso pai São Francisco, modelo da perfeição, que ocupais no céu o lugar mais elevado que perdeu o mais alto dos anjos decaídos, velai por vossos filhos e devotos e fazei que obtenham sempre as misericórdias do Senhor com vossa amável benção.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.


Oração Final:

Aperfeiçoai, pai Seráfico, a vinha que vossas mãos tem plantado e escutai as súplicas de vossos filhos.
Pai meu São Francisco, rogai e abençoai a vossos filhos e devotos. Amém.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Santos Arcanjos

Com alegria, comemoramos a festa de três Arcanjos neste dia: Miguel, Gabriel e Rafael. A Igreja Católica, guiada pelo Espírito Santo, herdou do Antigo Testamento a devoção a estes amigos, protetores e intercessores que do Céu vêm em nosso socorro pois, como São Paulo, vivemos num constante bom combate. A palavra “Arcanjo” significa “Anjo principal”. E a palavra “Anjo”, por sua vez, significa “mensageiro”.

São Miguel
O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: “Quem como Deus”. Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também. “Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu”. (Apocalipse 12,7-8)


São Gabriel
O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa “Força de Deus” ou “Deus é a minha proteção”. É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico: “No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré… O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: ‘Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus’…” a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação.



São Rafael
Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus. Rafael aparece no Antigo Testamento no livro de Tobit. Este arcanjo de nome “Deus curou” ou “Medicina de Deus”, restituiu à vista do piedoso Tobit e nos demonstra que a sua presença, bem como a de Miguel e Gabriel, é discreta, porém, amiga e importante. “Tobias foi à procura de alguém que o pudesse acompanhar e conhecesse bem o caminho. Ao sair, encontrou o anjo Rafael, em pé diante dele, mas não suspeitou que fosse um anjo de Deus” (Tob 5,4).



                                                                                                                                                                   

Santos Arcanjo: São Gabriel, São Miguel e São Rafael, rogai por nós.

Fonte:http://santo.cancaonova.com/santo/santos-arcanjos-miguel-gabriel-e-rafael/

Quinto dia da novena em honra ao Seráfico Pai São Francisco de Assis.

Benção de São Francisco


O Senhor te abençoe e te guarde.
O Senhor te mostre seu rosto e tenha misericórdia de ti.
Volte o Senhor o Vosso rosto até vós e te conceda a paz.
O Senhor abençoe este seu servo.

Oração para todos os dias

Bem-aventurado pai São Francisco, dirigi compassivo olhar desde o excelso trono de vossa Glória e rogai por vosso povo;
Por este povo que haveis escolhido para que em todo tempo sirva diante de Vos no ministério do Senhor. Assim seja.


Quinto Dia

Pacientíssimo pai São Francisco, Serafim abrasado e amante da cruz, que fostes favorecido por Jesus com a impressão das Sagradas Chagas em vosso corpo , alcançando-me que leve incessantemente a cruz e tenha frutos dignos de penitência.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.


Oração Final:

Aperfeiçoai, pai Seráfico, a vinha que vossas mãos tem plantado e escutai as súplicas de vossos filhos.
Pai meu São Francisco, rogai e abençoai a vossos filhos e devotos. Amém.

domingo, 28 de setembro de 2014

Quarto dia da novena em honra ao Seráfico Pai São Francisco de Assis.

Benção de São Francisco

O Senhor te abençoe e te guarde.
O Senhor te mostre seu rosto e tenha misericórdia de ti.
Volte o Senhor o Vosso rosto até vós e te conceda a paz.
O Senhor abençoe este seu servo.

Oração para todos os dias

Bem-aventurado pai São Francisco, dirigi compassivo olhar desde o excelso trono de vossa Glória e rogai
Por este povo que haveis escolhido para que em todo tempo sirva diante de Vos no ministério do Senhor. Assim seja.
por vosso povo;


Quarto Dia

Santíssimo pai São Francisco, imitador do Filho de Deus e copia exata de Jesus, que pelos copiosos dons de graça que haveis recebido e por vossa semelhança ao Divino Redentor sois chamado novo Cristo, fazei que imite vossos exemplos para copiar mais exatamente a Jesus, Divino modelo dos predestinados.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.


Oração Final:

Aperfeiçoai, pai Seráfico, a vinha que vossas mãos tem plantado e escutai as súplicas de vossos filhos.
Pai meu São Francisco, rogai e abençoai a vossos filhos e devotos. Amém.

sábado, 27 de setembro de 2014

Terceiro dia da novena em honra ao Seráfico Pai São Francisco de Assis.

Benção de São Francisco


O Senhor te abençoe e te guarde.
O Senhor te mostre seu rosto e tenha misericórdia de ti.
Volte o Senhor o Vosso rosto até vós e te conceda a paz.O Senhor abençoe este seu servo.


Oração para todos os dias

Bem-aventurado pai São Francisco, dirigi compassivo olhar desde o excelso trono de vossa Glória e rogai por vosso povo;
Por este povo que haveis escolhido para que em todo tempo sirva diante de Vos no ministério do Senhor. Assim seja.


Terceiro Dia

Seráfico pai São Francisco devotíssimo da Rainha dos céus, de quem recebestes inefáveis bondades e a proclamastes Patrona de vossas obras, obtende-me a filial devoção a Imaculada Virgem Maria como é a vontade de Deus.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.


Oração Final:

Aperfeiçoai, pai Seráfico, a vinha que vossas mãos tem plantado e escutai as súplicas de vossos filhos.
Pai meu São Francisco, rogai e abençoai a vossos filhos e devotos. Amém.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Segundo dia da novena em honra ao Seráfico Pai São Francisco de Assis.

Benção de São Francisco

O Senhor te abençoe e te guarde.
O Senhor te mostre seu rosto e tenha misericórdia de ti.Volte o Senhor o Vosso rosto até vós e te conceda a paz.
O Senhor abençoe este seu servo.


Oração para todos os dias

Bem-aventurado pai São Francisco, dirigi compassivo olhar desde o excelso trono de vossa Glória e rogai por vosso povo;
Por este povo que haveis escolhido para que em todo tempo sirva diante de Vos no ministério do Senhor. Assim seja.


Segundo Dia

Glorioso pai São Francisco, Arca de santidade e fundador da Ordem Seráfica, pela qual tens chamado multidões em vossas três Ordens de Menores, de religiosas franciscanas e de terceiros para a maior Glória de Deus, alcançando-me o menosprezo do mundo e o desejo das coisas celestiais.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.


Oração Final:

Aperfeiçoai, pai Seráfico, a vinha que vossas mãos tem plantado e escutai as súplicas de vossos filhos.
Pai meu São Francisco, rogai e abençoai a vossos filhos e devotos. Amém.

Primeiro dia da Novena do Seráfico Pai São Francisco de Assis.

Benção de São Francisco


O Senhor te abençoe e te guarde.
O Senhor te mostre seu rosto e tenha misericórdia de ti.
Volte o Senhor o Vosso rosto até vós e te conceda a paz.O Senhor abençoe este seu servo.


Oração para todos os dias

Bem-aventurado pai São Francisco, dirigi compassivo olhar desde o excelso trono de vossa Glória e rogai por vosso povo;
Por este povo que haveis escolhido para que em todo tempo sirva diante de Vos no ministério do Senhor. Assim seja.


Primeiro Dia

Admirável pai São Francisco, anjo de paz e arauto do Rei dos reis, que com vossas virtudes sois uma das maiores Glórias da Igreja, obtende-me por vossas chagas e por vossas grandezas, as virtudes próprias de meu estado e a graça que Vos peço, se é a vontade de Deus.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.


Oração Final:

Aperfeiçoai, pai Seráfico, a vinha que vossas mãos tem plantado e escutai as súplicas de vossos filhos.
Pai meu São Francisco, rogai e abençoai a vossos filhos e devotos. Amém.

sábado, 20 de setembro de 2014

Frei Francesco Zirano, OFMConv (1564-1603); o novo Beato da Igreja.

O Papa Francisco autorizou na sexta-feira 08 de fevereiro de 2014, a publicação do decreto de beatificação do Servo de Deus Frei Francisco Zirano, de mártir Sassari Franciscano Conventual.

Frei Francesco Zirano, OFMConv (1564-1603)

Em 1602 , fr . Francisco Zirano foi resgatar escravos para a Argélia , onde ele foi morto por ódio à fé 25 de janeiro de 1603 . Essa convicção , imediatamente expressa pelos escravos cristãos que recolheram seus ossos e pele como relíquias , rapidamente levou a Igreja a propor deixando- adoração e vida pública como um modelo para os cristãos e intercessor no céu.

Ele é a conclusão de um trabalho delicado longo e complexo, trifásico , dos últimos 34 anos. Primeira fase de estudo de 8 anos ( 1978-1985 ), para acompanhar e colocar sobre a mesa pelos Frades Menores Conventuais Sardenha, todos os documentos possíveis sobre a vida , o martírio e fama, e arquivo bibliotecas, especialmente Sardenha, Vaticano , Itália e Espanha.
A segunda fase, o diocesano , o verdadeiro início do caso pelo arcebispo de Sassari, Isgrò Salvador teve os seguintes eventos significativos : o parecer favorável dos bispos da Sardenha , clero e fiéis édito (25/11/1984), o trabalho de anos por uma comissão histórica dos documentos , processo ou inquérito diocesano concluiu sessão pública no dia 07 de setembro de 1991 na Igreja de Santa Maria de Belém, Sassari, onde Frei. Francisco Zirano viveu por 22 anos.
A terceira etapa , a Congregação romana para as Causas dos Santos , após o decreto de validade jurídica de inquérito diocesano (3 de Junho de 1992), consistiu em examinar a " Posição do martírio do Servo de Deus" por três corpos ou seções da congregação que falou positivamente nesta ordem: Surveyors históricos (4 março de 2003) ; teólogos Consultores (16 de maio de 2013); cardeais e Bispos ( 04 de fevereiro de 2014 ).
Agora, a publicação do decreto de beatificação é esperado, com a assinatura do Papa e a data para a beatificação, após a breve apresentação da vida do Beato e apresentar a sua figura.

Frei Umberto Zucca OFMConv
Vice postulator

Fonte: http://www.ofmconv.net/index.php?option=com_content&view=article&id=2460%3Afriar-francis-zak-soon-to-be-a-saint&catid=20%3Anotizie-curia&Itemid=514&lang=es

Beatificação de FreiI Francisco Zirano, OFMConv.

CARTA DE NOSSO MINISTRO GERAL FREI MARCO TASCA À TODA A ORDEM EM OCASIÃO A BEATIFICAÇÃO DE FREI FRANCISCO ZIRANO NO DIA 12 DE OUTUBRO DE 2014.


Roma, 17 septiembre 2014

Fiesta de los Estigmas de S. Francisco

BEATIFICACIÓN DE FR. FRANCISCO ZIRANO
12 octubre 2014

Queridos hermanos:

El Señor os dé la paz.
Con gozo y gratitud al Altissimu, omnipotente, bon Signore y a la Iglesia, 
madre de los Santos, me dirijo a todos vosotros para celebrar el próximo evento
del que nuestra familia conventual será protagonista: el 12 de octubre, el cardenal 
Prefecto de la Congregación para la Causa de los Santos, en nombre del Papa 
Francisco, añadirá al elenco de los beatos a nuestro hermano Francisco Zirano, de la provincia de Cerdeña, matado in odium fidei en la ciudad de Argel el ya lejano 25 de enero de 1603.
El mundo católico empezará pronto a conocer y amar a Francisco Zirano, 
hermano menor conventual de Sassari que, a los 39 años, “lavó sus vestidos en la 
sangre del Cordero” (Ap 7,14). Se trata del primer mártir sardo de la época 
moderna elevado por la Iglesia a la gloria de los altares en un tiempo como el 
nuestro en el que el martirio vuelve, dramáticamente, a la actualidad para muchos 
cristianos, puestos en trance de pagar su amor a Cristo con el máximo sacrificio. 
Dar la vida por no renegar de la fe, nos recuerda la Lumen gentium, es “el máximo
testimonio de amor ante los hombres, especialmente ante los perseguidores” e 
identifica al discípulo con el maestro “que libremente acepta la muerte por la 
salvación del mundo” (n. 42). El martirio, don a pocos concedido (paucis datur), es 
estimado por la Iglesia “como don insigne y suprema prueba de caridad”.
Resumir en cuatro líneas la ajetreada existencia de fr. Zirano no es fácil. Me 
limito a señalar cual fue el centro motor de su vida, la pasión dominante que 
determinó su éxito final, a saber su incansable entrega para rescatar a los esclavos capturados por corsarios musulmanes, o al menos asistirles para evitar que su desesperada situación les llevara a apostatar de la fe cristiana. Una vocación que se reforzó definitivament después de que su primo Francisco Serra, hermano conventual como él, terminara en manos de piratas argelinos. El deseo de libertad y liberación le llevó a Argelia, tierra musulmana, al encuentro del martirio. Francisco Zirano se mueve en el espíritu del capítulo XVI de la Regla no
bulada que indica a los hermanos que sienten la particular misión de estar “inter 
sarracenos” cuál ha de ser la actitud con que dar el bello testimonio de Evangelio: 
“No promuevan disputas ni altercados, mas sométanse a toda criatura por amor a 
Dios y confiesen que son cristianos”. Ni palabras ni discursos, y menos aún 
predicaciones, sino presencia ofrecida con total discreción y, sobre todo, con 
corazón pacífico y fraterno.
Francisco Zirano muere, como Cristo, encomendándose totalmente a las 
manos de Dios (“A tus manos, Señor, encomiendo mi alma”, fueron sus últimas 
palabras), guardando en el corazón aquella caridad que le impide -aun en el crisol 
de la prueba- cualquier animosidad hacia quien desgarra su cuerpo. Lo mismo que 
quedó firme ante el apremio a renegar de su fe: “Soy cristiano y religioso de mi
padre san Francisco y como tal quiero morir. Y suplico a Dios que os ilumine para 
que lleguéis a conocerlo”. Se repite la expresión, mansa e intrépida al mismo 
tiempo, del “christianus sum” presente en casi todas las Acta martyrum; expresión 
con la que los mártires de los primeros siglos respondían a los procuradores 
romanos que los halagaban, invitándoles a renegar de la fe. Tan clara y vibrante la
referencia a “mi padre san Francisco”, habla de su radicada y amorosa integración 
en la Orden. Sin que falte, en fin, el deseo hecho casi oración de que los 
perseguidores se arrepientan y perciban y acojan en sus vidas la luz de la fe a 
través del encuentro con Cristo.
El martirio de nuestro hermano Zirano encarna la caridad en grado máximo 
y nos habla de un humanismo nuevo, como el testimoniado por San Maximiliano 
Kolbe, también hermano menor conventual, en el corazón del siglo XX. A la 
deshumanización sistemática y brutal del régimen nazista, responde con el don 
total de sí mismo, ya revelado en sus célebres palabras: “El odio no sirve para nada, sólo el amor crea”.
Y nosotros, queridos hermanos, ¿qué significado daremos a la beatificación
de quien alarga la fila de testigos que decoran y enriquecen la Iglesia?
En primer lugar debemos mostrar una gratitud profunda por la gracia que 
Dios concedió a fr. Francisco Zirano, un don no sin riesgo de cruz, pues le hizo 
discípulo de Cristo hasta la efusión de la sangre. La seriedad de su testimonio nos 
veda gloriarnos de cuanto él logró si antes no apreciamos y ponemos en juego la 
densidad de nuestra fe: “Los hermanos, dondequiera estén, recuerden que se han 
dado a sí mismos y han abandonado sus cuerpos a Nuestro Señor Jesucristo, y por su amor deben exponerse a los enemigos visibles e invisibles, porque dice el Señor: El que pierda su alma por mí, la salvará para la vida eterna”. ¿Quién de nosotros se sentiría capaz de suscribir y aplicarse estas palabras del capítulo XVI de la Regla no bulada? Tal vez no seremos llamados a ofrecer la vida por el nombre de Cristo, pero hay otras formas de martirio que nos esperan justo al lado, a las que no podemos ni debemos sustraernos por cuanto representan nuestra vida y nuestro testimonio concreto de santidad.
En segundo lugar, quiero subrayar la actualidad del ministerio que ocupó buena parte de la vida de nuestro hermano, vale decir el cuidado hacia los raptados, los esclavos, los que habían sido privados de libertad y eran explotados desde la más patente negación de elementales derechos humanos. ¿Qué son los emigrantes de hoy sino personas que sufren violencia en su viaje hacia la esperanza? Guerras, carestía, pobreza e injusticia ponen en tela de juicio nuestra identidad de “hermanos universales”, capaces de acoger con un amor sin fronteras expresado en gestos concretos de atención a la persona.
Dadas las características de su experiencia de vida, nuestro Francisco Zirano tendría todas las cartas para ser patrón y protector de las personas raptadas, reducidas a esclavitud, de los emigrantes que atraviesan desierto y mar para buscar la libertad. A nosotros, sus hermanos, corresponde hacer vivo y actual 
su testimonio a través de los distintos ministerios que la Providencia nos confía.
En la memoria anual del nuevo beato mártir, que a todos recomiendo celebrar con especial devoción, éstos han de ser los sentimientos a cultivar para hacer de ella un memorial vivo más que un estéril recuerdo del pasado. Que fr. Francisco Zirano nos ayude desde el cielo y bendiga cada iniciativa, cada empresa de paz y justicia de la fraternidad conventual.

Mis queridos hermanos, que el Señor os dé la paz.

Fr. Marco Tasca
Ministro general
________________ 
A TODOS LOS HERMANOS DE LA ORDEN

sábado, 13 de setembro de 2014

Exaltação da Santa Cruz

*Por Padre Paulo Ricardo

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo 
João (Jo 3, 13-17)

Neste Domingo, celebra-se a festa da Exaltação da Santa Cruz. O Evangelho relata o encontro de Nosso Senhor com Nicodemos, no qual Ele anuncia: “Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna”. A comparação de Jesus se relaciona com outra afirmação sua, contida no mesmo Evangelho de São João: “Quando eu for levantado da terra, atrairei todos a mim” [1].

Mas, como é possível que Cristo crucificado, “de quem a gente desvia o olhar” [2], atraia todos a Si, cumprindo a profecia de Zacarias: “Olharão para Aquele que transpassaram” [3]?

É assim porque a Cruz é um mistério de amor. De fato, ao celebrar a Exaltação da Santa Cruz, não se está exaltando o crime do homicídio de Cristo, nem a Sua dor [4], mas a vitória do amor de Deus, proclamada na famosa sentença também do Evangelho de hoje: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna”.

Se hoje se percebe uma tendência de falar de Cristo crucificado como um homem abandonado por Deus, não se deve perder de vista que, muito mais que isso, a Cruz é o drama de Deus abandonado pelos homens. Infelizmente, as pessoas esquecem-se da divindade de Nosso Senhor, esquecem-se de que unus ex Trinitate passus est pro nobis: uma Pessoa realmente divina, impassível, esvaziou-Se e fez-Se homem, a fim de nos amar.

Esse amor de Cristo é renovado em cada sacrifício da Santa Missa. Importa explicar bem as coisas: o sacrifício de Nosso Senhor aconteceu uma vez por todas no Calvário, mas é renovado em cada celebração da Missa sacramentalmente, isto é, na separação do pão e do vinho para a consagração [5]. Substancialmente, todavia, trata-se do mesmo sacrifício, pois uma só é a vítima e um só o sacerdote que Se oferece: Jesus Cristo. “Com efeito, uma só e mesma é a vítima, pois quem agora se oferece pelo ministério dos sacerdotes é o mesmo que então se ofereceu na cruz; só o modo de oferecer é diferente” [6]. Ainda que o modo de oferecer seja incruento e sacramental, após a consagração, estão realmente presentes debaixo das espécies eucarísticas o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Nosso Senhor.

Em cada Missa, portanto, é celebrada a exaltação da Santa Cruz. Quando o sacerdote eleva a hóstia e o cálice, após a consagração, Nosso Senhor está sendo novamente elevado e atraindo todos a Si, e a profecia está novamente se cumprindo: “Olharão para Aquele que transpassaram”.

Por isso, é importante que todos os fiéis tenham uma devoção especial pelo momento da consagração, que é, sem dúvida, o mais importante da Missa. Quando o sacerdote visível diz: Isto é o meu Corpo e Este é o cálice do meu Sangue, ele empresta suas palavras ao sacerdote invisível, Jesus, que oferece perpetuamente o Seu ato de amor a Deus pela salvação dos homens, na ação eucarística.

Para que bem participemos desse sacrifício, é preciso que nos unamos a Cristo oferente, entregando também a nossa vida a Deus, como resposta amorosa ao grande amor de Jesus: “Amavit nos, ut redamaremus eum; et ut redamare possemus, visitavit nos Spiritu suo - Amou-nos para que o amássemos de volta; visitou-nos com seu Espírito para que pudéssemos amá-Lo novamente” [7]. “Si amare pigebat, saltem nunc redamare non pigeat - Se antes nos custava amá-Lo, agora ao menos não nos custe corresponder ao Seu amor” [8].

Olhando para a Cruz, realmente somos curados em nossa capacidade de amar. Quando o Papa Bento XVI, em sua “reforma da reforma”, começou a celebrar a Santa Missa com o crucifixo no centro do altar, algumas pessoas sugeriram que a Cruz poderia “atrapalhar” a visão do celebrante. Na verdade, a visão de Cristo crucificado recorda ao sacerdote que ele se dirige não ao povo, mas a Deus; coloca diante dele o vínculo indissociável entre a Cruz e a Sagrada Eucaristia. Como diz o belo hino Adoro te devote, composto por Santo Tomás de Aquino, “na cruz estava oculta somente a tua divindade, mas aqui [na Eucaristia] se esconde também a humanidade.”

Por fim, como guia de oração, recomenda-se a bela súplica de São Nicolau de Flüe:
“Meu Senhor e meu Deus, arrancai de mim mesmo tudo o que me impede de ir a Vós. Meu Senhor e meu Deus, dai-me tudo aquilo que me conduz a Vós. Meu Senhor e meu Deus, tirai-me de mim mesmo e entregai-me todo a Vós.” [9]

Referência

  1. Jo 12, 32
  2. Is 53, 3
  3. Zc 12, 10
  4. Algumas pessoas não aceitam que Jesus, em Sua Paixão, sofreu mais do que qualquer homem, alegando que outras pessoas, na história da humanidade, sofreram tormentos muito maiores que o Cristo. Ao contrário, Santo Tomás de Aquino, escrevendo sobre essa questão, explica, por exemplo, que Jesus “tinha uma ótima compleição física”, pela qual “era agutíssimo nele o sentido do tato, com o qual se percebe a dor” (Suma Teológica, III, q. 46, a. 6). Por esse e por outros motivos, o Aquinate prova que a dor da paixão de Cristo foi, sim, maior que todas as outras dores.
  5. O Papa Pio XII explica isso bem claramente quando ensina que “as espécies eucarísticas, sob as quais [Cristo] está presente, simbolizam a cruenta separação do corpo e do sangue” (Mediator Dei, 63).
  6. Concílio de Trento, Sessão XXII, 2: DS 1743
  7. Santo Agostinho, Enarrationes in Psalmus, CXXVII, 8
  8. Santo Agostinho, De Catechizandis Rudibus, I, 4
  9. Cf. Catecismo da Igreja Católica, 226
Fonte do Texto: https://padrepauloricardo.org/episodios/exaltacao-da-santa-cruz-elevado-na-cruz-elevado-no-altar

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Frades celebram aniversário de Ordenação Presbiteral

Nos dia 04 e 05 de setembro, Frei Paulo Sérgio e Frei Donil Alves Silva Jr celebram respectivamente 10 e 15 anos de ordenação presbiteral. Frei Paulo Sérgio celebrará seus 10 anos de ministério junto a paróquia de São Luiz Rei de França no bairro carioca de Costa Barros no dia 04 às 19:30, e também no Rio de Janeiro no bairro do Rio Comprido na paróquia São Francisco de Assis, Frei Donil JR comemora seus 15 anos ministeriais no dia 05 às 19 horas. Que Deus os abençoe e ilumine em sua missão e serviço ministerial presbiteral, contamos com a presença e a oração de todos! Segue abaixo os convites:


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