Ordem dos Frades Menores Conventuais - Custódia Provincial Imaculada Conceição - Franciscanos Conventuais do Rio de Janeiro - PAZ & BEM!!!

domingo, 1 de junho de 2014

Semana do Meio Ambiente

Oração de São Francisco
(versão ecológica)
Ó Senhor!
Fazei de mim um instrumento de vossa paz;
Onde há ódio, que eu leve o amor e o cuidado com a vida;
Onde há ofensa à natureza, que eu leve a proteção;
Onde há discórdia devido às disputas econômicas,
que eu leve o respeito fraternal com as criaturas;
Onde há dúvida sobre o risco de usar determinadas tecnologias,
que eu leve a prudência;
Onde há erro e mau emprego do conhecimento,
que eu leve o discernimento que preserva a vida;
Onde há desespero pelas tragédias ambientais, que eu leve a esperança fruto da conscientização sobre a correta convivência com a natureza; onde há tristeza do estresse, que eu indique a contemplação da natureza para desestressar;
Onde há trevas da ganância desenfreada,
Que eu leve a reverência com a irmã natureza.
Ó Mestre!
Fazei que eu busque sempre mais;
Cuidar a natureza tanto quanto de mim mesmo;
Proteger a mãe natureza tanto quanto protege a minha família;
Compreender suas necessidades quanto compreendo e satisfaço as minhas;
Amar todas as criaturas, para que revelem o rosto de Deus.
Porque é cuidando que seremos cuidados;
Lutando pela vida da mãe terra que estaremos entrando na dinâmica da vida eterna.
Amém!

Dia Mundial do Meio Ambiente
(Fernanda G. Oliveira)
No dia 05 de junho comemora-se o Dia do Meio Ambiente. A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar de assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas.
A importância da data está relacionada às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água, desmatamento, diminuição da biodiversidade e da água potável, dentre outros.
Apesar dos esforços para criação de documentos e propostas de ação, a vida moderna acarreta grandes prejuízos. Uma enorme quantidade de resíduos (lixo e materiais recicláveis) é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, resíduos orgânicos, causando degradação de ambientes naturais, eventos de inundação nas cidades e vários outros impactos ambientais negativos.
A Política Nacional de resíduos sólidos ainda não se efetiva na rotina doméstica, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de resíduos tóxicos como pilhas e baterias são descartados sem critérios, levando a absorção de substâncias perigosas pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.
É importante que estejamos atentos e que procuremos nos informar e fazer a nossa parte em prol da proteção da nossa casa, o planeta Terra. Pequenas atitudes quando somadas produzem grande efeito, portanto, cumpra com o seu papel de cidadão, não jogando resíduos nas ruas, evite produtos descartáveis, rejeite embalagens desnecessárias, reflita sobre seu consumo, evite desperdício, separe seu lixo e encaminhe os materiais recicláveis aos ecopontos de recolhimento da cidade caso seu bairro não possua coleta seletiva porta a porta.
A natureza, nosso futuro e o planeta agradecem!
35 anos:
São Francisco, patrono da ecologia

Bula INTER SANCTOS
PROCLAMAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS COMO PADROEIRO DA ECOLOGIA
JOÃO PAULO II, de perpétua memória.
Entre os santos e os homens ilustres que celebraram a natureza como dom maravilhoso de Deus para o gênero humano, está justamente colocado São Francisco de Assis. Teve de fato uma profunda apreciação por todas as obras do Criador e, movido por plena inspiração divina, compôs o belíssimo “Cântico das Criaturas”, através das quais, especialmente o irmão sol, a irmã lua e as estrelas do céu, ao Altíssimo, onipotente e bom Senhor, atribui o devido louvor, glória, honra e toda benção.
Com louvável iniciativa o Nosso Venerável Irmão, S.R.R. Cardeal Silvio Oddi, Prefeito da Sagrada Congregação para o Clero, em nome, sobretudo dos membros da Associação Internacional “Planning environmental and ecologycal Institute for quality of life” pediu a esta Sé Apostólica que São Francisco de Assis fosse proclamado padroeiro junto a Deus dos que defendem a ecologia.
Nós, portanto, ouvindo o parecer da Sagrada Congregação para os Sacramentos e o Culto Divino, por força desta carta e de modo perpétuo, proclamamos São Francisco de Assis padroeiro celeste dos que defendem a ecologia, com todas as honras dela decorrentes e os convenientes privilégios litúrgicos. Assim estabelecemos, privando de valor qualquer contrariedade a tal decisão e estabelecendo que a presente carta seja religiosamente observada e tenha os seus efeitos, tanto no presente quanto no futuro.
Dado em Roma, São Pedro, sobre o anel do Pescador, no dia 29 de novembro do ano do Senhor de 1979, segundo ano de nosso pontificado.
João Paulo PP. II

Salmo 104 (103)


Refrão: Aleluia, aleluia, aleluia,/ Vem, minh'alma, bendizer-te Senhor, aleluia! (Bis)

1A. Senhor, meu Deus, como és tão imenso!/ O teu vestido, esplendor e clarão,/ Como num manto de luz envolvido,/ Os céus desdobras, são teu barracão!

1B. Tua morada, em cima das águas!/ Montando em nuvens, tu voas no vento. Dos ventos fazes os teus mensageiros,/ Como dos raios, ministros atentos!

2A. Em suas bases a terra assentas,/ Inabalável pra sempre a assentaste;/ com o oceano, qual manto, a cobriste,/ sobre as montanhas as águas pousaste!

2B. Por teus trovões açoitadas correram,/ Montanhas acima ou vales abaixo,/ Para o lugar que marcaste se foram,/ Não voltarão a inundar este barro!

3A. Fazes brotar fontes d'água nas várzeas,/ Por entre as marulham riachos/ E, enquanto os bichos sua sede saciam,/ Os passarinhos gorjeiam nos galhos!

3B. De lá do alto tu regas os montes,/ Com teus favores a terra se farta,/ Para o rebanho o pasto forneces/ E o ser humano co'as plantas regalas!

4A. Quão numerosas, tuas obras Senhor!/ Tudo fizeste com sabedoria!/ A terra, Cheia de tantas criaturas,/ E o mar abriga incontável família!

4B. Todos esperam de ti o alimento,/ Jogas pra eles e logo recolhem;/ Abres tua mão, ficam todos contentes,/ Por ti tudo o que é bom se promove!
Cantos Francisclarianos


DOCE É SENTIR

Doce é sentir em meu coração, humildemente vai nascendo o amor.
Doce é saber não estou sozinho, sou uma parte de uma imensa vida.
Que generosa reluz entorno a mim, imenso dom do seu amor sem fim.
O céu nos deste, e as estrelas claras, nosso irmão sol nossa irmã a lua.
Nossa mãe terra com frutos, campos, flores, o fogo e o vento o ar e a água pura
fonte de vida de toda criatura, imenso dom do seu amor sem fim.



ANDORINHAS

Amo os peixes e os bichos da água
Amo as aves e os bichos do céu
Amo as flores e os seres da Terra.
Tudo o que vive e se move nela.
Pessoas, plantas e os animais
São canteiros do mesmo jardim
Querem a alegria, o amor e a paz
Ao beijo da vida todos dizem sim.
Há sempre andorinhas por onde eu vou
Brincam no vento, nas asas do amor
Amo a vida em toda a extensão.
Há um São Francisco em meu coração.
Oração por este Mundo


Ó Deus, nós te damos graças por este universo, nosso lar; pela sua vastidão e riqueza, pela exuberância da vida que o enche e da qual somos parte. Nós te louvamos pela abóbada celeste e pelos ventos, grávidos de bênçãos, pelas nuvens que navegam e as constelações, lá no alto. Nós te louvamos pelos oceanos, pelas correntes frescas, pelas montanhas que não se acabam, pelas árvores, pelo capim sob os nossos pés. Nós te louvamos pelos nossos sentidos: poder ver o esplendor da manhã, ouvir as canções dos namorados, sentir o hálito bom das flores da primavera. Dá-nos, rogamos-te, um coração aberto a toda esta alegria e a toda esta beleza, e livra as nossas almas da cegueira que vem da preocupação com as coisas da vida e das sombras das paixões, a ponto de passar sem ver e sem ouvir até mesmo quando a sarça, ao lado do caminho, se incendeia com a glória de Deus. Alarga em nós o senso de comunhão com todas as coisas vivas, nossas irmãs, a quem deste esta terra por lar, juntamente conosco.
Lembramo-nos, com vergonha, de que no passado aproveitamos do nosso maior domínio e dele fizemos uso com crueldade sem limites, tanto assim que a voz da terra, que deveria ter subido a ti numa canção, tornou-se um gemido de dor. Que aprendamos que as coisas vivas não vivem só para nós; que elas vivem para si mesmas e para ti, que elas amam a doçura da vida tanto quanto nós, e te servem, no seu lugar, melhor que nós no nosso. Quando chegar o nosso fim, e não mais pudermos fazer uso deste mundo, e tivermos de dar nosso lugar a outros, que não deixemos coisa alguma destruída pela nossa ambição ou deformada ela nossa ignorância. Mas que passemos adiante nossa herança comum mais bela e mais doce, sem que lhe tenha sido tirado nada da sua fertilidade e alegria, e assim nossos corpos possam retornar em paz para o ventre da grande mãe que os nutriu e os nossos espíritos possam gozar da vida perfeita em ti.
(Do livro Orações por um mundo melhor, PAULUS, 1997.)




Prece a Viracocha



Senhor antigo,
Senhor longínquo,
Que criaste e estabeleceste
Todas as coisas, dizendo:
Que seja o homem,
Que exista a mulher”.
Senhor feliz, que tens compaixão de nós,
Que demonstras afeição por nós,
Faze com que todas as pessoas que tu criaste,
Pobres e infelizes, te sirvam.
Que teus filhos e filhas vivam em paz
E que marchem no caminho reto.
Não lhes suscites tentações,
para que possam viver longos anos,
sem quebra,
sem interrupções,
e possam continuar a viver e a comer.

(Oração indígena – Peru e Bolívia)














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