Ordem dos Frades Menores Conventuais - Custódia Provincial Imaculada Conceição dos Franciscanos Conventuais do Rio de Janeiro - PAZ & BEM!!!

sexta-feira, 27 de junho de 2014

DEVOÇÃO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

Lendo os Evangelhos percebemos que, no entender do próprio Jesus, a vida eterna e, por isso mesmo, toda a vida cristã consiste em conhecer o Pai e a Ele (Jesus Cristo). Então vale a pena aprofundar este conhecimento feito de fé e de amor pela pessoa de Jesus (cf. Jo 17,3). Era também esta a grande prece que Paulo fazia por seus irmãos de Éfeso (Ef 3, 14-19). 
Fala-se em culto, devoção e espiritualidade do Coração de Jesus. Vamos tentar entender o que significa cada um deles. Vamos tentar compreender também o que queremos dizer com a expressão ‘Coração de Jesus’.

O que se entende por culto?
A palavra culto deriva de um verbo latino (colere) e significa ter o cuidado de cultivar. O culto é a veneração que se tem por um ser ou uma pessoa, uma atitude interna feita não só de admiração, de estima e de honra, mas também de humildade, de entrega, de submissão.
Quando falamos em ‘culto religioso’, devemos lembrar que ele estabelece um relacionamento entre Deus e a pessoa humana; entre Deus que se revela, se doa e a pessoa humana que responde a Deus com serviço e amor.
O culto é, antes de tudo, interno, mas pode e deve expressar-se em atos externos. Aqui entram nossas orações pessoais, comunitárias, nossas celebrações litúrgicas com que respondemos ao amor do Coração de Jesus por nós.

O que entendemos por espiritualidade?
Espiritualidade é um termo muito usado hoje. Indica o espírito de uma coisa, um estilo de vida, uma mentalidade; é uma maneira de ser e agir. Falamos, assim, de espiritualidade sacerdotal, conjugal, franciscana, dehoniana, espiritualidade do século XIX...
Falando em espiritualidade do Coração de Jesus, pensamos numa maneira de ser, num estilo de vida que deve ter uma pessoa que acredita no amor de seu Deus e que fez até a experiência do grande amor que o Pai e o Coração de Jesus têm por ele (ela). Pensamos na vida que leva uma pessoa que acolheu em si o Espírito do Amor e se une ao Coração de Cristo nesta grande obra de redenção dos seus irmãos(ãs), por amor.

O que entendemos por devoção?
Devoção é uma palavra ambígua; pode ter vários sentidos. Aqui nós não a tomamos no sentido de uma ‘prática piedosa’, nem no sentido de ‘fervor’ ou de ‘consolação espiritual’ (como falamos de oração: Eu senti muita devoção, rezei com muita devoção). 
O sentido que damos, aqui, à palavra devoção é aquela tirada dos escritos de Santo Tomás: “A prontidão habitual da vontade nas coisas que se referem ao serviço de Deus”. Significa, então, uma disposição permanente e pronta em nossa entrega a Deus. Devoção é, aqui, quase sinônimo de Consagração. Seria, então, uma resposta de amor ao amor de Cristo, consagrando-se a Ele. Cristo, por amor, deu a vida por nós (cf 1Jo 3, 16) e nos associou aos mistérios de sua vida (cf 1Pd 2, 9). Portanto, é necessário que respondamos a Ele, com o nosso amor. Isto é ser devoto do Coração de Jesus.

O que significa e expressão ‘Coração de Jesus’?
Comecemos pelo simbolismo do ‘CORAÇÃO’. Em nosso linguajar, o coração é o símbolo natural do amor. Não porque este órgão físico produza o amor, mas porque no coração repercute, de modo maravilhoso toda a gama de manifestações afetivas que, em nós, está relacionada com o amor.
O Concílio Vaticano II usa, também, o símbolo do coração ao falar do amor de Cristo: “O Filho do Homem, com sua encarnação, uniu-se a todo homem. Trabalhou com mãos de homem, pensou com inteligência de homem, trabalhou com vontade de homem, AMOU COM CORAÇÃO DE HOMEM” (GS 32).
Com a expressão ‘Coração de Jesus’ entendemos a própria Pessoa de Jesus, o seu aspecto mais nobre, mais atraente para nós: o AMOR, síntese e foco unificador de toda a vida, de toda a obra e de toda a Pessoa de Jesus.
A devoção ao Coração de Jesus venera o amor humano do Filho de Deus Encarnado. Lembra Jesus que nos ama com amor humano e, por isso, nós sentimos nosso Deus muito próximo de nós, caminhando ao nosso lado. 
Mas, a devoção ao Coração de Jesus venera não só o amor humano de Jesus. Lembra e venera, também, o seu amor divino. Quando dizemos Coração de Jesus (ou Coração de Cristo), queremos significar a Pessoa de Jesus Cristo, enquanto é, na sua Pessoa e na sua vida, a máxima manifestação do amor divino-humano com que Jesus Cristo nos amou e nos ama. 
Pio XII escrevia: “O Coração de Jesus é o Coração de uma Pessoa divina, ou seja, do Verbo Encarnado e, por isso, representa e, por assim dizer, nos põe diante dos olhos todo o amor que Ele teve e ainda tem por todos nós. Portanto, fácil é concluir que, em sua essência, o culto ao Coração de Jesus é o culto ao amor com que Deus nos amou por meio de Jesus e, ao mesmo tempo, a prática do nosso amor para com Deus e o próximo” (H. A. in AAS 48, 344s).
E João Paulo II nos lembra que, na Pessoa de Jesus Cristo, se revela também o amor misericordioso do Pai para com a humanidade. O Coração de Jesus será então, também, o amor misericordioso do Pai que, em Cristo, se revela e se doa totalmente a nós.
E a melhor forma de sermos devotos do Coração de Jesus no mundo de hoje será levar esta misericórdia do Coração de nosso Deus aos nossos irmãos e irmãs, principalmente aos pobres, oprimidos, esquecidos, marginalizados; é ser misericórdia do Coração de Jesus para todos eles e tentar reconstruir neles o rosto, o projeto de Deus.
Pe. Francisco Sehnem, scj (http://www.dehonbrasil.com/scj/reflexoes)

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Festa na Paróquia de Paraíba do Sul/RJ

Confira a programação dos festejos da Paróquia São Pedro e São Paulo sob os cuidados dos Frades Menores Conventuais.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Festa na Paróquia de Juiz de Fora/MG

Confira a programação dos festejos da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro sob os cuidados dos Frades Menores Conventuais.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Uma Copa de Paz

O Movimento Fé, Justiça e Paz propõe que todos os brasileiros façam, no dia 11 de junho (quarta-feira), véspera da abertura da Copa do Mundo, uma Vigília de Oração para que tudo corra bem durante a competição. Cristãos de todo o Brasil são convidados a colocarem panos brancos nas janelas, em sinal de paz.
De acordo com um dos fundadores do movimento, o arcebispo metropolitano da Arquidiocese de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, a intenção é que famílias e comunidades se reúnam para pedir a Deus que nenhum sinal de violência seja visto durante o Mundial do Brasil. “O pano branco nas janelas simbolizará o desejo pela paz e as boas-vindas aos milhares de turistas que visitarão o nosso país. A Copa do Mundo deve significar uma grande confraternização entre povos, em que culturas diferentes se encontram para celebrar”, afirma.

Dom Gil destaca que o pedido de paz quer alcançar principalmente àquelas pessoas que pretendem organizar e participar de protestos durante a Copa do Mundo. “Todos têm o direito de se manifestar. O que pedimos é que esses atos não usem de violência, não cheguem a situações mais graves, causando insegurança a brasileiros e estrangeiros”, finaliza.
Conheça o Movimento Fé, Justiça e Paz

O movimento nacional “Fé, Justiça e Paz” foi lançado em agosto de 2013. Com o lema “Gente do Bem, Deus faz, Deus junta”, o projeto foi consequência do clamor do povo em manifestações pelas ruas do Brasil pedindo justiça social, em junho daquele ano.

Esse movimento foi criado pelo arcebispo metropolitano Dom Gil Antônio Moreira juntamente com outros líderes religiosos entre eles: Dunga - Canção Nova, Pr. Vinícius - Igreja Batista da Lagoinha, Pe. Antonello e Pe João Henrique - Movimento Aliança de Misericórdia, Eros Biondini - Mundo Novo; Daniel Ribeiro - Comunidade Resgate dentre outros.

A intenção é buscar as transformações do Brasil através da unidade e da luta de todas as pessoas de boa vontade, "construtores da paz" que se identifiquem nos valores comuns.
Fonte:http://www.arquidiocesejuizdefora.org.br/noticias/3020/Movimento_Fe__Justica_e_Paz_sugere_Vigilia_de_Oracao_pela_Copa_do_Mundo
*Publicada em: 04/06/2014

domingo, 1 de junho de 2014

Semana do Meio Ambiente

Oração de São Francisco
(versão ecológica)
Ó Senhor!
Fazei de mim um instrumento de vossa paz;
Onde há ódio, que eu leve o amor e o cuidado com a vida;
Onde há ofensa à natureza, que eu leve a proteção;
Onde há discórdia devido às disputas econômicas,
que eu leve o respeito fraternal com as criaturas;
Onde há dúvida sobre o risco de usar determinadas tecnologias,
que eu leve a prudência;
Onde há erro e mau emprego do conhecimento,
que eu leve o discernimento que preserva a vida;
Onde há desespero pelas tragédias ambientais, que eu leve a esperança fruto da conscientização sobre a correta convivência com a natureza; onde há tristeza do estresse, que eu indique a contemplação da natureza para desestressar;
Onde há trevas da ganância desenfreada,
Que eu leve a reverência com a irmã natureza.
Ó Mestre!
Fazei que eu busque sempre mais;
Cuidar a natureza tanto quanto de mim mesmo;
Proteger a mãe natureza tanto quanto protege a minha família;
Compreender suas necessidades quanto compreendo e satisfaço as minhas;
Amar todas as criaturas, para que revelem o rosto de Deus.
Porque é cuidando que seremos cuidados;
Lutando pela vida da mãe terra que estaremos entrando na dinâmica da vida eterna.
Amém!

Dia Mundial do Meio Ambiente
(Fernanda G. Oliveira)
No dia 05 de junho comemora-se o Dia do Meio Ambiente. A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar de assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas.
A importância da data está relacionada às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água, desmatamento, diminuição da biodiversidade e da água potável, dentre outros.
Apesar dos esforços para criação de documentos e propostas de ação, a vida moderna acarreta grandes prejuízos. Uma enorme quantidade de resíduos (lixo e materiais recicláveis) é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, resíduos orgânicos, causando degradação de ambientes naturais, eventos de inundação nas cidades e vários outros impactos ambientais negativos.
A Política Nacional de resíduos sólidos ainda não se efetiva na rotina doméstica, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de resíduos tóxicos como pilhas e baterias são descartados sem critérios, levando a absorção de substâncias perigosas pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.
É importante que estejamos atentos e que procuremos nos informar e fazer a nossa parte em prol da proteção da nossa casa, o planeta Terra. Pequenas atitudes quando somadas produzem grande efeito, portanto, cumpra com o seu papel de cidadão, não jogando resíduos nas ruas, evite produtos descartáveis, rejeite embalagens desnecessárias, reflita sobre seu consumo, evite desperdício, separe seu lixo e encaminhe os materiais recicláveis aos ecopontos de recolhimento da cidade caso seu bairro não possua coleta seletiva porta a porta.
A natureza, nosso futuro e o planeta agradecem!
35 anos:
São Francisco, patrono da ecologia

Bula INTER SANCTOS
PROCLAMAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS COMO PADROEIRO DA ECOLOGIA
JOÃO PAULO II, de perpétua memória.
Entre os santos e os homens ilustres que celebraram a natureza como dom maravilhoso de Deus para o gênero humano, está justamente colocado São Francisco de Assis. Teve de fato uma profunda apreciação por todas as obras do Criador e, movido por plena inspiração divina, compôs o belíssimo “Cântico das Criaturas”, através das quais, especialmente o irmão sol, a irmã lua e as estrelas do céu, ao Altíssimo, onipotente e bom Senhor, atribui o devido louvor, glória, honra e toda benção.
Com louvável iniciativa o Nosso Venerável Irmão, S.R.R. Cardeal Silvio Oddi, Prefeito da Sagrada Congregação para o Clero, em nome, sobretudo dos membros da Associação Internacional “Planning environmental and ecologycal Institute for quality of life” pediu a esta Sé Apostólica que São Francisco de Assis fosse proclamado padroeiro junto a Deus dos que defendem a ecologia.
Nós, portanto, ouvindo o parecer da Sagrada Congregação para os Sacramentos e o Culto Divino, por força desta carta e de modo perpétuo, proclamamos São Francisco de Assis padroeiro celeste dos que defendem a ecologia, com todas as honras dela decorrentes e os convenientes privilégios litúrgicos. Assim estabelecemos, privando de valor qualquer contrariedade a tal decisão e estabelecendo que a presente carta seja religiosamente observada e tenha os seus efeitos, tanto no presente quanto no futuro.
Dado em Roma, São Pedro, sobre o anel do Pescador, no dia 29 de novembro do ano do Senhor de 1979, segundo ano de nosso pontificado.
João Paulo PP. II

Salmo 104 (103)


Refrão: Aleluia, aleluia, aleluia,/ Vem, minh'alma, bendizer-te Senhor, aleluia! (Bis)

1A. Senhor, meu Deus, como és tão imenso!/ O teu vestido, esplendor e clarão,/ Como num manto de luz envolvido,/ Os céus desdobras, são teu barracão!

1B. Tua morada, em cima das águas!/ Montando em nuvens, tu voas no vento. Dos ventos fazes os teus mensageiros,/ Como dos raios, ministros atentos!

2A. Em suas bases a terra assentas,/ Inabalável pra sempre a assentaste;/ com o oceano, qual manto, a cobriste,/ sobre as montanhas as águas pousaste!

2B. Por teus trovões açoitadas correram,/ Montanhas acima ou vales abaixo,/ Para o lugar que marcaste se foram,/ Não voltarão a inundar este barro!

3A. Fazes brotar fontes d'água nas várzeas,/ Por entre as marulham riachos/ E, enquanto os bichos sua sede saciam,/ Os passarinhos gorjeiam nos galhos!

3B. De lá do alto tu regas os montes,/ Com teus favores a terra se farta,/ Para o rebanho o pasto forneces/ E o ser humano co'as plantas regalas!

4A. Quão numerosas, tuas obras Senhor!/ Tudo fizeste com sabedoria!/ A terra, Cheia de tantas criaturas,/ E o mar abriga incontável família!

4B. Todos esperam de ti o alimento,/ Jogas pra eles e logo recolhem;/ Abres tua mão, ficam todos contentes,/ Por ti tudo o que é bom se promove!
Cantos Francisclarianos


DOCE É SENTIR

Doce é sentir em meu coração, humildemente vai nascendo o amor.
Doce é saber não estou sozinho, sou uma parte de uma imensa vida.
Que generosa reluz entorno a mim, imenso dom do seu amor sem fim.
O céu nos deste, e as estrelas claras, nosso irmão sol nossa irmã a lua.
Nossa mãe terra com frutos, campos, flores, o fogo e o vento o ar e a água pura
fonte de vida de toda criatura, imenso dom do seu amor sem fim.



ANDORINHAS

Amo os peixes e os bichos da água
Amo as aves e os bichos do céu
Amo as flores e os seres da Terra.
Tudo o que vive e se move nela.
Pessoas, plantas e os animais
São canteiros do mesmo jardim
Querem a alegria, o amor e a paz
Ao beijo da vida todos dizem sim.
Há sempre andorinhas por onde eu vou
Brincam no vento, nas asas do amor
Amo a vida em toda a extensão.
Há um São Francisco em meu coração.
Oração por este Mundo


Ó Deus, nós te damos graças por este universo, nosso lar; pela sua vastidão e riqueza, pela exuberância da vida que o enche e da qual somos parte. Nós te louvamos pela abóbada celeste e pelos ventos, grávidos de bênçãos, pelas nuvens que navegam e as constelações, lá no alto. Nós te louvamos pelos oceanos, pelas correntes frescas, pelas montanhas que não se acabam, pelas árvores, pelo capim sob os nossos pés. Nós te louvamos pelos nossos sentidos: poder ver o esplendor da manhã, ouvir as canções dos namorados, sentir o hálito bom das flores da primavera. Dá-nos, rogamos-te, um coração aberto a toda esta alegria e a toda esta beleza, e livra as nossas almas da cegueira que vem da preocupação com as coisas da vida e das sombras das paixões, a ponto de passar sem ver e sem ouvir até mesmo quando a sarça, ao lado do caminho, se incendeia com a glória de Deus. Alarga em nós o senso de comunhão com todas as coisas vivas, nossas irmãs, a quem deste esta terra por lar, juntamente conosco.
Lembramo-nos, com vergonha, de que no passado aproveitamos do nosso maior domínio e dele fizemos uso com crueldade sem limites, tanto assim que a voz da terra, que deveria ter subido a ti numa canção, tornou-se um gemido de dor. Que aprendamos que as coisas vivas não vivem só para nós; que elas vivem para si mesmas e para ti, que elas amam a doçura da vida tanto quanto nós, e te servem, no seu lugar, melhor que nós no nosso. Quando chegar o nosso fim, e não mais pudermos fazer uso deste mundo, e tivermos de dar nosso lugar a outros, que não deixemos coisa alguma destruída pela nossa ambição ou deformada ela nossa ignorância. Mas que passemos adiante nossa herança comum mais bela e mais doce, sem que lhe tenha sido tirado nada da sua fertilidade e alegria, e assim nossos corpos possam retornar em paz para o ventre da grande mãe que os nutriu e os nossos espíritos possam gozar da vida perfeita em ti.
(Do livro Orações por um mundo melhor, PAULUS, 1997.)




Prece a Viracocha



Senhor antigo,
Senhor longínquo,
Que criaste e estabeleceste
Todas as coisas, dizendo:
Que seja o homem,
Que exista a mulher”.
Senhor feliz, que tens compaixão de nós,
Que demonstras afeição por nós,
Faze com que todas as pessoas que tu criaste,
Pobres e infelizes, te sirvam.
Que teus filhos e filhas vivam em paz
E que marchem no caminho reto.
Não lhes suscites tentações,
para que possam viver longos anos,
sem quebra,
sem interrupções,
e possam continuar a viver e a comer.

(Oração indígena – Peru e Bolívia)














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