Ordem dos Frades Menores Conventuais - Custódia Provincial Imaculada Conceição - Franciscanos Conventuais do Rio de Janeiro - PAZ & BEM!!!

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Exposição Franciscana 2013

Seguindo a experiência adquirida no noviciado em Caçapava/SP, os frades da Casa de Formação e do Convento São Francisco de Assis com a colaboração de muitos paroquianos e benfeitores iniciou no último fim de semana (27 a 29 de setembro) a I Exposição Franciscana: Quadros - Objetos  - Imagens no salão da Paróquia São Francisco de Assis no bairro do Rio Comprido da cidade do Rio de Janeiro.
É um acervo diversificado destas duas fraternidades com obras artesanais, réplicas de quadros que estão em Assis, obras que contam a vida de São Francisco, a história da Ordem Franciscana e as principais devoções oriundas do movimento franciscano. Detalhes da vida de São Francisco e de Santa Clara pode ser acompanhada passo a passo em figuras penduradas e anexadas em lâminas de raio x, aprender a fazer o cordão do hábito franciscano e contemplar a coroa franciscana - presépio - cruz de são Damião. Destaque para a relíquia de São José de Copertino com a oração aos estudantes muito procurada na exposição. No "cantinho da saudade" pode se folhear álbuns de fotografias antigas dos frades e de alguns conventos da Custódia Provincial enquanto um monitor apresenta centenas de imagens franciscanas, entre outras atrações! 
Esta exposição continua nos dias 03 e 04 de outubro com entrada franca!Créditos das FOTOS:GEORGE DA SILVA PEREIRA.











HORÁRIO EXTRA DIA 02/10 APÓS A MISSA DAS 19 HORAS! NÃO PERCA!!!



Papas canonizados em abril de 2014



Nesta segunda-feira, 30, Papa Francisco anunciou a data da canonização dos Papas João Paulo II e João XXIII: 27 de abril de 2014, II Domingo de Páscoa, da "Divina Misericordia".

A decisão foi tomada durante o consistório ordinário público convocado especialmente para aprovar as causas de canonização dos dois pontífices. A celebração teve início às 10h (horário de Roma), e contou com a presença dos cardeais presentes em Roma. Dentre eles, dois brasileiros: Dom João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, e Dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida.



A decisão de unir no mesmo dia a canonização dos seus dois predecessores foi explicada pelo Papa Francisco, em julho passado, como uma mensagem para a Igreja, porque os "dois são bons, são dois bons".

Karol Jozef Wojtyla foi eleito Papa no dia 16 de outubro de 1978. Nasceu em Wadowice (Polônia), em 18 de maio de 1920, e morreu no Vaticano, em 2 de abril de 2005.
Em quase 27 anos de pontificado, João Paulo II escreveu 14 Encíclicas, 15 Exortações Apostólicas, 11 Constituições Apostólicas e 45 Cartas Apostólicas.
Em seu pontificado, fortaleceu a fé da Igreja promulgando o Catecismo da Igreja Católica. Promoveu um intenso itinerário de vida espiritual com o Ano da Redenção, o Ano Mariano, o Ano da Eucaristia e o Jubileu do Ano 2000 e criou as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), aproximando a Igreja dos jovens.
O primeiro milagre do Papa João Paulo II foi o da irmã francesa Marie Simon-Pierre, que ficou curada da doença de Parkinson. Com ele, teve início o processo de canonização de João Paulo II. O pontífice polonês foi proclamado beato pelo Papa emérito Bento XVI em 1º de maio de 2011, na Praça de São Pedro.
A Igreja Católica celebra a memória litúrgica de João Paulo II no dia 22 de outubro, data que assinala o dia de início de pontificado do Papa em 1978.

Angelo Giuseppe Roncalli, o Papa João XXIII, nasceu em 1881 na localidade de Sotto il Monte, Bergamo, onde foi pároco e professor no seminário, secretário do bispo e capelão do exército durante a I Guerra Mundial. João XXIII iniciou a sua carreira diplomática como visitador apostólico na Bulgária, de 1925 a 1935; foi depois delegado apostólico na Grécia e Turquia, de 1935 a 1944, e Núncio Apostólico na França, de 1944 a 1953.
Em 1953, Angelo Roncalli foi nomeado Patriarca de Veneza e no dia 28 de outubro de 1958 foi eleito Papa, sucedendo a Pio XII. Aos 77 anos, em 1962, João XXIII, resolveu “arejar” a Igreja e inaugurou o Concílio Vaticano II. Morreu um ano depois.
“O Papa bom” foi declarado beato por João Paulo II no dia 3 de setembro de 2000. Seu processo de canonização tem uma particularidade considerada rara na história da Igreja: ficou isento do reconhecimento de um segundo milagre - condição necessária para que um beato seja elevado a santo. 
Consistório Público Ordinário desta segunda-feira no qual, junto dos Cardeais, Papa Francisco anunciou a canonização dos Beatos João XXIII e João Paulo II.
(CM)

Fonte:http://pt.radiovaticana.va/news/2013/09/30/joão_xxiii_e_joão_paulo_ii_serão_santos_em_27_de_abril_de_2014/bra-733030

sábado, 28 de setembro de 2013

Encontro Vocacional e instituição aos ministérios de acólito e leitor


No dia 28/09 numa missa conventual às 7:30hs, e dentro do encontro vocacional  (com o tema: a II e a III Ordem Franciscana com a presença de 12 jovens) que se iniciou na tarde do dia 27 até a tarde do dia 29/09, os frades Luis Henrique e Willian Gomes  receberam das mãos do Custódio Provincial Frei Antônio Molisani, OFMConv aos ministérios do Acolitato e do Leitorato, tendo em vista da preparação para as ordenações clericais que estão por vir. Aproveitamos, mais uma vez, a ocasião para esclarecer um pouco o que significa as ordens menores:
Ordens menores (ministério do acolitato e leitorato)
Dentre os ministérios que, desde os primeiros séculos, se encomendavam aos cristãos, ao serviço da comunidade, alguns foram considerados como «ordens maiores», o sacramento da Ordem – episcopado, presbiterado e diaconado. Mas, desde muito cedo (já no século III). Existem, além disso, subdiáconos, acólitos, leitores, ostiários e exorcistas, além de outros ministérios que não tiveram tanta importância. Nos Ordines Romani (34 e 35) estão as estruturas da sua ordenação. O subdiaconado considerou-se, a partir do século XII, como pertencente às «ordens maiores», enquanto que se chamava «ordens menores» ao leitorado, acolitado, ostiariado e exorcistado.
Papa Paulo VI, em 1972, com o seu Motu Proprio Ministeria Quædam, decidiu rever esta prática. Estabeleceu que se suprimissem o subdiaconado, a tonsura e as «ordens menores», e que ficassem com a qualidade de «ministérios» para a Igreja universal – deixando às Conferências Episcopais o poder pedir a instituição de outros – o do Leitor e o do Acólito, à volta da Palavra e do Altar. Estes ministérios são para leigos, ou seja, não supõem a entrada no ministério ordenado, que se inicia com o diaconado. As funções dos ministérios, substitutos das ordens menores, passaram a ser conferidas por «instituição», em vez de «ordenação», que se reserva exclusivamente ao bispo, presbítero e diácono.
Para quem está no processo formativo, seja numa casa religiosa masculida (com religiosos presbíteros ou diáconos) ou num seminário diocesano, durante o curso da Teologia, os que se sentem vocacionados ao presbiterato, recebem do bispo ou do superior da Ordem ou Congregação Religiosa, esta instituição.
Após a Celebração Eucarística um solene e delicioso café da manhã foi servido para comemorar este momento importante na vida dos confrades.















sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CF 2014 Fraternidade e Tráfico Humano


CNBB divulga cartaz e subsídios da Campanha da Fraternidade 2014



A CNBB divulgou na última sexta-feira (27/09) o cartaz e os subsídios da Campanha da Fraternidade 2014. Diversos materiais como o manual, texto base, via sacra, celebrações ecumênicas, folhetos quaresmais, CD e DVD, banner, cartaz, entre outros já estão disponíveis nas Edições CNBB. Com o objetivo de trabalhar os conteúdos da campanha nas escolas, foram produzidos também subsídios de formação voltados aos jovens do ensino fundamental e médio, além de encontros catequéticos para crianças e adolescentes. O cartaz da CF 2014, que se encontra disponível para download (no site da CNBB), traz o tema ‘Fraternidade e Tráfico Humano’ e lema ‘É para a liberdade que Cristo nos libertou’ (Gl 5, 1).



Entenda o significado do cartaz:

1-O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.

2-Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.

3-As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.

4-A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos. (Fonte: CF 2014).

Por Portal A12, com CNBB

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

10 anos de presença Franciscana Conventual em Juiz de Fora

COMUNIDADE CELEBRA SEUS 75 ANOS DE PARÓQUIA E 15 ANOS ORDENAÇÃO PRESBITERAL
Na celebração dos 15 anos da ordenação presbiteral de Frei Carlos Charles, no último dia 19/09, foi lembrado os 10 anos da presença dos Frades Franciscanos Conventuais na cidade de Juiz de Fora - em particular na Paróquia Nossa Senhora do Pérpétuo Socorro em Monte Castelo- e esta 75 anos, com uma belíssima Celebração Eucarística presidida pelo Bispo emérito de Juiz de Fora Dom Eurico dos Santos Veloso, e co-celebrada pelo Ministro Custodial Frei Antônio Molisani Telles, o vigário desta comunidade paroquial Frei Lindomar de Jesus e alguns padres das paróquias vizinha.  Registramos também a presença dos Frades Fábio Soares, Marcelos dos Santos e Willian Gomes da Casa De Formação São Francisco de Assis do Rio de Janeiro e dos frades da comunidade Santo Antônio dos Pobres de Paraíba do Sul/RJ, a saber, Frei Ariel Costa e Frei Luis Fernando. A Comunidade paroquial se fez presente juntamente com alguns membros das paróquias que o Frei Carlos passou ao longo destes últimos 15 anos de serviço como a citada Paraíba do Sul; Rio de Janeiro e Pontalina/GO. 
Dom Eurico, em sua reflexão salientou um pouco os 75 anos da história da comunidade paroquial fundada pela irmandade de São Vicente de Paula, e no primeiro momento cuidada pelos Padres Redentoristas, Padres Diocesanos e por fim pelos Frades Franciscanos Conventuais. Lembrou de ter sido ele mesmo o Ordenante de Frei Carlos e de cultivar a paternidade espiritual a todos os seus filhos ordenados por ele e seu empenho pessoal em "defende-los contra QUALQUER perseguidor!". Após a celebração eucarística foi oferecido um delicioso coquetel preparado com carinho pelos paroquianos ao som do belíssimo coral da comunidade.















A Missa é como um poema...

Por Alexandre Ribeiro


APARECIDA, domingo, 2 de dezembro de 2007 (ZENIT.org).

- Ao defender o esmero com as celebrações litúrgicas e a beleza como uma «necessidade vital» que deve permeá-las, a escritora brasileira Adélia Prado afirma que «a missa é como um poema, não suporta enfeite nenhum».

«A missa é a coisa mais absurdamente poética que existe. É o absolutamente novo sempre. É Cristo se encarnando, tendo a sua Paixão, morrendo e ressuscitando. Nós não temos de botar mais nada em cima disso, é só isso», enfatiza.

Poeta e prosadora, uma das mais renomadas escritoras brasileiras da atualidade, Adélia Prado, 71 anos, falou sobre o tema da linguagem poética e linguagem religiosa essa quinta-feira, em Aparecida (São Paulo), no contexto do evento «Vozes da Igreja», um festival musical e cultural.

Ao propor a discussão do resgate da beleza nas celebrações litúrgicas, Adélia Prado reconheceu que essa é uma preocupação que a tem ocupado «há muitos anos». «Como cristã de confissão católica, eu acredito que tenho o dever de não ignorar a questão», disse.

«Olha, gente – comentou com um tom de humor e lamento –, têm algumas celebrações que a gente sai da igreja com vontade de procurar um lugar para rezar.»

Como um primeiro ponto a ser debatido, Adélia colocou a questão do canto usado na liturgia. Especialmente o canto «que tem um novo significado quanto à participação popular», ele «muitas vezes não ajuda a rezar».

«O canto não é ungido, ele é feito, fazido, fabricado. É indispensável redescobrir o canto oração», disse, citando o padre católico Max Thurian, que, observador no Concílio Vaticano II ainda como calvinista, posteriormente converteu-se ao catolicismo e ordenou-se sacerdote.

Adélia Prado reforçou as observações, enfatizando que «o canto barulhento, com instrumentos ruidosos, os microfones altíssimos, não facilita a oração, mas impede o espaço de silêncio, de serenidade contemplativa».

Segundo a poeta, «a palavra foi inventada para ser calada. É só depois que se cala que a gente ouve. A beleza de uma celebração e de qualquer coisa, a beleza da arte, é puro silêncio e pura audição».

«Nós não encontramos mais em nossas igrejas o espaço do silêncio. Eu estou falando da minha experiência, queira Deus que não seja essa a experiência aqui», comentou.

«Parece que há um horror ao vazio. Não se pode parar um minuto». «Não há silêncio. Não havendo silêncio, não há audição. Eu não ouço a palavra, porque eu não ouço o mistério, e eu estou celebrando o mistério», disse.

De acordo com a escritora mineira (natural de Divinópolis), «muitos procedimentos nossos são uma tentativa de domesticar aquilo que é inefável, que não pode ser domesticado, que é o absolutamente outro».

«Porque a coisa é tão indizível, a magnitude é tal, que eu não tenho palavras. E não ter palavras significa o quê? Que existe algo inefável e que eu devo tratar com toda reverência.»

Adélia Prado fez então críticas a interpretações equivocadas que se fizeram do Concílio Vaticano II na questão da reforma litúrgica.

«Não é o fato de ter passado do latim para a língua vernácula, no nosso caso o português, não é isso. Mas é que nessa passagem houve um barateamento. Nós barateamos a linguagem e o culto ficou empobrecido daquilo que é a sua própria natureza, que é a beleza.»

«A liturgia celebra o quê?» – questionou –. «O mistério. E que mistério é esse? É o mistério de uma criatura que reverencia e se prostra diante do Criador. É o humano diante do divino. Não há como colocar esse procedimento num nível de coisas banais ou comuns.»

Segundo Adélia, o erro está na suposição de que, para aproximar o povo de Deus, deve-se falar a linguagem do povo.



«Mas o que é a linguagem do povo? É aí que mora o equívoco», – disse –. «Não há ninguém que se acerca com maior reverência do mistério de Deus do que o próprio povo».

«O próprio povo é aquele que mais tem reverência pelo sagrado e pelo mistério», enfatizou.

«Como é que eu posso oferecer a esse povo uma música sem unção, orações fabricadas, que a gente vê tão multiplicadas e colocadas nos bancos das igrejas, e que nada têm a ver com essa magnitude que é o homem, humano, pecador, aproximar-se do mistério.»

Segundo a escritora brasileira, barateou-se o espaço do sagrado e da liturgia «com letras feias, com músicas feias, comportamentos vulgares na igreja».



«E está tão banalizado isso tudo nas nossas igrejas que até o modo de falar de Deus a gente mudou. Fala-se o “Chefão”, “Aquele lá de cima”, o “Paizão”, o “Companheirão”.»

«Deus não é um “Companheirão”, ele não é um “Paizão”, ele não é um “Chefão”. Eu estou falando de outra coisa. Então há a necessidade de uma linguagem diferente, para que o povo de Deus possa realmente experimentar ou buscar aquilo que a Palavra está anunciando», afirmou.

Para Adélia Prado, «linguagem religiosa é linguagem da criatura reconhecendo que é criatura, que Deus não é manipulável, e que eu dependo dele para mover a minha mão».

Com esse espírito, enfatizou, «nossa Igreja pode criar naturalmente ritos e comportamentos, cantos absolutamente maravilhosos, porque verdadeiros».

Ao destacar que a missa é como um poema e que não suporta enfeites, Adélia Prado afirmou que a celebração da Eucaristia «é perfeita» na sua simplicidade.

«Nós colocamos enfeites, cartazes para todo lado, procissão disso, procissão daquilo, procissão do ofertório, procissão da Bíblia, palmas para Jesus. São coisas que vão quebrando o ritmo. E a missa tem um ritmo, é a liturgia da Palavra, as ofertas, a consagração… então ela é inteirinha.»

«A arte a gente não entende. Fé a gente não entende. É algo dirigido à terceira margem da alma, ao sentimento, à sensibilidade. Não precisa inventar nada, nada, nada», disse Adélia.



E encerrou declamando um poema seu, cujo um fragmento diz:

Ninguém vê o cordeiro degolado na mesa,

o sangue sobre as toalhas,

seu lancinante grito,

ninguém”.
(02 de Dezembro de 2007) © Innovative Media Inc.
Fonte: http://www.zenit.org/pt/articles/missa-e-como-um-poema-nao-suporta-enfeite-nenhum-diz-adelia-prado

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Novena à São José de Cupertino, OFMConv. (patrono dos estudante em dificuldades).

Oração preparatória para todos os dias


Gloriosíssimo São José de Cupertino, protetor dos estudantes, não desprezeis as súplicas que os dirijo implorando vosso auxilio nas provas de meus estudos.


Alcançai-me do Senhor que, como verdadeira fonte de luz e sabedoria, dissipe as trevas de meu entendimento, o pecado e a ignorância, instruindo minha língua e difundindo em meus lábios a graça de sua benção.


Dai-me agudeza para entender, capacidade para reter, método e faculdade para aprender, sutileza para interpretar, e no momento do exame, graça e abundancia para falar, acerto ao começar, direção ao continuar e perfeição ao acabar, se assim convém a maior glória de Deus e proveito de minha alma. Amém.


Meditar a continuação às máximas e as jaculatórias do dia que corresponda:

Primeiro Dia
Máxima: "o que tem fé é Senhor do mundo."
Jaculatória: São José de Cupertino, espelho de fé, rogai por mim.

Segundo Dia
Máxima: "quem tem esperança em todo lugar, não faz pouco."
Jaculatória: São José de Cupertino, espelho de esperança, rogai por mim.

Terceiro Dia
Máxima: "Tudo se deve fazer para voltar propicio a misericórdia divina até o próximo."
Jaculatória: São José de Cupertino, fonte do caridade, rogai por mim.

Quarto Dia
Máxima: "Em qualquer tentação, não confieis nunca em vós mesmos; mas levantando o olhar ao crucifixo, apoiarás vos inteiramente no Salvador, e logo nada temeras, que Deus não deixara de ser vos fiel se vós permaneceis com Ele."
Jaculatória: São José de Cupertino, modelo de humildade, rogai por mim.

Quinto Dia
Máxima: "A obediência é o mais eficaz exorcismo contra o demônio."
Jaculatória: São José de Cupertino, modelo de prudência, rogai por mim.

Sexto Dia
Máxima: "quem tem paciência em todo lugar, não faz pouco."
Jaculatória: São José de Cupertino, modelo de paciência, rogai por mim.

Sétimo Dia
Máxima: "Os santos não se fazem no Paraíso, senão na terra, por onde é necessário padecer neste mundo para poder gozar do Paraíso."
Jaculatória: São José de Cupertino, exemplo de penitência, rogai por mim.

Oitavo Dia
Máxima: "Refúgio de pecadores, Mãe de Deus, recordai de mim."
Jaculatória: São José de Cupertino, tesouro de graça, rogai por mim.

Nono Dia
Máxima: "Sendo Vós criado para amar e servir a Deus, vos será pedida conta de se tem amado a vosso Criador."
Jaculatória: São José de Cupertino, fogueira de amor de Deus, rogai por mim.

Benção de São Francisco
O Senhor vos abençoe + e vos guarde.
Ele vos mostre a sua face + e se compadeça de vós.
Volva para vós o seu olhar + e vos dê a paz.
O senhor vos + abençoe.
+ + +


terça-feira, 17 de setembro de 2013

Festa de Nossa Senhora Aparecida 2013


A paróquia Nossa Senhora Aparecida tem a alegria de convidar para os festejos da Padroeira do Brasil que inicia com a novena do dia 03/10 ao dia 11/10 sempre as 19 horas.
Segue a programação abaixo:

Após a Missa de encerramento das novenas no dia 11/10, Show com a banda Frutos do Eterno às 21 horas

Dia 12/10 Grandiosa Solenidade em honra a Nossa Senhora Aparecida

Alvorada festiva às 06 horas
Missa da Alvorada às 07 horas
Missa com as crianças às 09 horas
Missa Sertaneja às 11 horas
ALMOÇO FESTIVO a partir das 12 horas
Procissão pelas ruas do bairro às 16 horas
Missa Solene com Dom José Francisco (Arcebispo de Niterói) às 17 horas
Show com Olivia Ferreira a partir das 19 horas


Festa externa durante todo o dia com barraquinhas, cantina, brincadeiras, e muito mais!

Dia 13/09
Missa às 07h, 09h e 19hs
SENSACIONAL BINGO às 10 horas

Rodovia Amaral Peixoto Km 90,5 Bananeiras/Araruama Rio de Janeiro
Traga a sua família para celebrar com fé, alegria e devoção os festejos à “Mãe de Deus e Nossa!”
Paz e bem!

Festa de São Francisco de Assis 2013


A paróquia São Francisco de Assis tem a alegria de convidar para os festejos de seu Padroeiro que inicia com a novena do dia 25/09 ao dia 03/10 sempre as 19 horas, encenaçõa do Trânsito de São Francisco e missas e benção dos animais.
Segue a programação abaixo:

25/09 Novena: “As Admoestações”
26/09 Novena: “Cântico das Criaturas”
27/09 Novena: “Louvores a Deus Altíssimo e Bênção a Frei Leão”
28/09 Novena: “Bilhete a Santo Antônio”
29/09 Novena: “Regra Bulada”
30/09 Novena: “Paráfrase ao Pai Nosso”
01/10 Novena: “Carta aos Fiéis”
02/10 Novena: “Saudação à Bem-Aventurada Virgem Maria”
03/10 Novena: “O Testamento”

Após a Missa do dia 03/10 Encenação do Trânsito: Celebração da vida e morte de São Francisco de Assis com o grupo jovem Tau.
Dia 04/10 Grandiosa Solenidade de São Francisco de Assis
Missas de hora em hora a partir das 07 horas até as 20 horas
Festa externa durante todo o dia com barraquinhas, cantina, almoço festivo, e muito mais!
Bênção dos animais durante todo o dia com uma paraliturgia às 16 horas no pátio da matriz.

Sábado dia 05/10 BINGO às 20 horas
Domingo dia 06/10 ALMOÇO às 12:30 horas

No fim de semana do dia 27, 28 e 29/09 e nos dias 03 e 04/10 haverá Exposição Franciscana no salão paroquial.

Rua Caetano Martins 42 Rio Comprido Rio de Janeiro TEL: 2273-6243

Traga a sua família para celebrar com fé, alegria e devoção os festejos a São Francisco de Assis!
Paz e bem!

Os Mais Vistos