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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Uma Igreja mais sensível, próxima das pessoas


Confiança e responsabilidade: Fr. Carballo comenta nomeação feita pelo Papa


Cidade do Vaticano (Rádio Vaticano) – Confiança e responsabilidade: assim o Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores interpretou sua nomeação por parte do Papa Francisco como Secretário da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica (cujo Prefeito é o Cardeal brasileiro João Braz de Aviz).

Dom Carballo estava no seu segundo mandato como Ministro-Geral da Ordem. Com esta nomeação, foi elevado à dignidade de Arcebispo.

Em entrevista à Rádio Vaticano, Fr. Carballo falou dos sentimentos com os quais recebeu esta notícia:

“Trata-se de um sinal de confiança por minha pobre pessoa, pela Ordem à qual pertenço, a Ordem franciscana, e isso me enche de alegria. Por outro lado, sinto uma grande responsabilidade com este novo serviço que a Igreja me pede e uma responsabilidade de animação em estreita colaboração com o Prefeito e com todos os oficiais da Congregação para os Institutos de Vida Religiosa e em estreita colaboração com todos os religiosos e religiosas, especialmente com a União dos Superiores Gerais (USG), com a qual quero continuar colaborando. É uma grande responsabilidade, pois certamente a vida religiosa tem muito a dizer à Igreja e ao mundo neste momento. E também, sinto um pouco tristeza, pois estava muito feliz com meu trabalho, de dedicação completa aos irmãos e quero servi-lhes com toda a minhas forças. Esta separação temporária vai ser um pouco difícil para mim, mas confio no Senhor.”

Fr. Carballo reiterou sua opinião de que a escolha de Francisco feita pelo novo Papa significa um programa de vida e uma tentativa de ter uma Igreja mais sensível, mais evangélica, próxima das pessoas, principalmente dos pobres.

“Com este programa de vida, creio que o Santo Padre nos ajudará a viver mais radicalmente nossa vocação cristã. Estamos diante de uma primavera eclesial que dará muitos frutos e que certamente era o que esperávamos e desejávamos neste momento de renovação, quando celebramos os 50 anos do Concílio Vaticano II.”

(BF)


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