Ordem dos Frades Menores Conventuais - Custódia Provincial Imaculada Conceição dos Franciscanos Conventuais do Rio de Janeiro - PAZ & BEM!!!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

A festa do perdão.


Antiga tradição criada por São Francisco de Assis
ASSIS, terça-feira, 31 de julho de 2012

 
 São Francisco disse: “Meus irmãos, eu quero enviar todo mundo para o paraíso!”. Foi a origem da Festa do Perdão, que, em 1º e 2 de agosto, se estende a todas as igrejas franciscanas do mundo.
A porciúncula de Assis, pequena igreja dedicada a Santa Maria dos Anjos, representa há cerca de oito séculos, para cada fiel em Cristo, uma “porta” para a vida eterna. Em 1216, São Francisco teve nesse lugar significativo uma inspiração sobre a própria vocação, vislumbrou o começo da Ordem dos Frades Menores e recebeu a jovem Clara de Assis na vida consagrada. 
E nessa igreja que ele tanto amava, Francisco pediu e obteve do Senhor o maior dos seus presentes: o perdão. Não somente para si mesmo, mas para todos aqueles que o pedissem de coração contrito e arrependidos dos pecados cometidos.
A aprovação por parte da Igreja veio com o papa Honório III. Com ela, Francisco anunciou entusiasmado a todos os fiéis reunidos, conforme ilustrado no quadro de Ilario no interior da igreja da porciúncula: “Meus irmãos, eu quero enviar todo mundo para o paraíso!”.
O Perdão de Assis viu convergir para a igrejinha uma multidão cada vez maior de peregrinos, a ponto de ser necessária a construção de uma basílica adequada para recebê-los: a atual basílica papal de Santa Maria dos Anjos, que guarda em seu interior, como um tesouro, a pequena porciúncula.
Atualmente, é possível conseguir todos os dias a indulgência plenária na porciúncula, para si próprio ou para as almas dos defuntos. As condições são a confissão sacramental, a comunhão eucarística, a oração do creio, do pai-nosso e de uma prece pelas intenções do Santo Padre. Esta possibilidade se estende do meio-dia de 1º de agosto a todo o dia 2 de agosto, em todas as igrejas franciscanas espalhadas pelo mundo.
É uma forma de realizar o sonho de São Francisco de Assis: dar a todos a possibilidade de ultrapassar o limiar do paraíso.

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