Ordem dos Frades Menores Conventuais - Custódia Provincial Imaculada Conceição - Franciscanos Conventuais do Rio de Janeiro - PAZ & BEM!!!

domingo, 25 de abril de 2010

Símbolos Franciscanos II / Profissão Religiosa (parte I)


Depois do ano de provação (Noviciado), os frades fazem a sua profissão dos votos temporários de obediência, pobreza ("sem nada de próprio") e castidade na Família Religiosa Franciscana Conventual prometendo observar a Regra Franciscana e as Constituições desta Família. A celebração foi realizada as 19 horas do dia 05 de Fevereiro de 2010, na Paróquia São Francisco de Assis e presidida pelo Ministro Custodial , Frei Antônio Molisani, OFMConv.




Na Ordem Franciscana, os votos da profissão temporária são renovados anualmente até o momento da profissão solene.
"Os irmãos entregam-se totalmente a Deus, sumamente amado, pela profissão da obediência, da pobreza e da castidade, que deve ser vivida segundo o espírito de São Francisco; contraem uma aliança com Deus, e sua vida se torna, por toda a existência, um sacrifício oferecido a Deus na caridade", segundo a orientação das Constituições Gerais da Ordem Frades Menores Conventuais.


segunda-feira, 19 de abril de 2010

Sala de Imprensa da Santa Sé recorda os cinco anos de pontificado de Bento XVI



Papa_BentoNesta segunda-feira, 19, o papa Bento XVI completa cinco anos de pontificado. Sua eleição foi anunciada às 18h43 do dia 19 de abril de 2005 e ele é o 264º sucessor de Pedro.
Recordando a data, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, dedicou seu editorial para “Octava Dies”, o semanário informativo do Centro Televisivo Vaticano.
“O tempo passou rapidamente e os acontecimentos sucederam-se num ritmo intenso nos cinco anos,agora já completos, deste pontificado. Para os ler corretamente, há que voltar com o pensamento à Capela Sistina, à manhã após a eleição, quando o novo papa, recolhendo a herança espiritual do seu grande predecessor, indicou as prioridades que haveriam de orientar o seu serviço 'na vinha do Senhor."
São elas: a relação do homem com Deus, que se nos revelou em Jesus Cristo, encontrado de modo especial na Eucaristia, no culto da Igreja. O compromisso de se empenhar, "sem poupar energias", em reconstituir "a unidade plena e visível de todos os que seguem a Cristo". O desejo de responder ao "pedido de ajuda da parte da humanidade de hoje, que, abalada por incertezas e receios, se interroga sobre o seu futuro". O diálogo "aberto e sincero" com os que seguem outras religiões ou com os que procuram simplesmente resposta às questões fundamentais da existência, "para a busca do verdadeiro bem do homem e da sociedade".
Padre Federico Lombardi ressaltou que estas têm sido as grandes prioridades do pontificado de Bento XVI. “[...] Empreendidas com coerência e com coragem, num contexto tantas vezes minado por tensões e obstáculos. Mas Bento XVI tinha dito que não procuraria fazer brilhar a sua própria luz, mas sim a de Cristo”, disse.

O diretor recorda algumas etapas das viagens internacionais de Bento XVI, como Auschwitz, Istambul, Nova Iorque, Sydney, Paris, a África, Jerusalém. E alguns momentos significativos, em sinagogas e mesquitas, e as publicações de encíclicas sobre a caridade, sobre a esperança, sobre a ética no desenvolvimento, na economia e no respeito pelo meio ambiente.
"Um balanço rico e denso, de serviço a Deus e à humanidade. Um caminho a prosseguir com uma rota segura", conclui.
CNBB com Rádio Vaticano

Símbolos Franciscanos I "TAU"







TauHá certos sinais que revelam uma escolha de vida. O TAU, um dos mais famosos símbolos franciscanos, hoje está presente no peito das pessoas num cordão, num broche, enfeitando paredes numa escultura expressiva de madeira, num pôster ou pintura. Que escolha de vida revela o TAU? Ele é um símbolo antigo, misterioso e vital que recorda tempo e eternidade. A grande busca do humano querendo tocar sempre o divino e este vindo expressar-se na condição humana. Horizontalidade e verticalidade. As duas linhas: Céu e Terra! Temos o símbolo do TAU riscado nas cavernas do humano primitivo. Nos objetos do Faraó Achenaton no antigo Egito e na arte da civilização Maia. Francisco de Assis o atualizou e imortalizou. Não criou o TAU, mas o herdou como um símbolo seu de busca do Divino e Salvação Universal.





TAU, SINAL BÍBLICO

 Existe somente um texto bíblico que menciona explicitamente o TAU, última letra do alfabeto hebraico, Ezequiel 9, 1-7: "Passa pela cidade, por Jerusalém, e marca com um TAU a fronte dos homens que gemem e choram por todas as práticas abomináveis que se cometem". O TAU é a mais antiga grafia em forma de cruz. Na Bíblia é usado como ato de assinalar. Marcar com um sinal é muito familiar na Bíblia. Assinalar significa lacrar, fechar dentro de um segredo, uma ação. É confirmar um testemunho e comprometer aquele que possui o segredo. O TAU é selo de Deus; significa estar sob o domínio do Senhor, é a garantia de ser reconhecido por Ele e ter a sua proteção. É segurança e redenção, voltar-se para o Divino, sopro criador animando nossa vida como aspiração e inspiração.





O TAU NA IDADE MÉDIA

Vimos o significado salvífico que a letra hebraica do TAU recebe na Bíblia. Mas o TAU tem também um significado extrabíblico, bastante divulgado na Idade Média: perfeição, meta, finalidade última, santo propósito, vitória, ponto de equilíbrio entre forças contrárias. A sua linha vertical significa o superior, o espiritual, o absoluto, o celeste. A sua linha horizontal lembra a expansão da terra, o material, a carne. O TAU lembra a imagem do sustentáculo da serpente bíblica: clavada numa estaca como sinal da vitória sobre a morte. Uma vitória mística, isto é, nascer para uma vida superior perfeita e acabada. É cruz vitoriosa, perfeição, salvação, exorcismo. Um poder sobre as forças hostis, um talismã de fé, um amuleto de esperança usado por gente devota sensível.





O TAU DO PENITENTE

Francisco de Assis viveu em um ambiente no qual o TAU estava carregado de uma grande riqueza simbólica e tradicional. Assumiu para si a marca do TAU como sinal de sua conversão e da dura batalha que travou para vencer-se. Não era tão fácil para o jovem renunciar seus sonhos de cavalaria para chegar ao despojamento do Crucificado que o fascinou. Escolhe ser um cavaleiro penitente: eliminar os excessos, os vícios e viver a transparência simples das virtudes. Na sua luta interior chegou a uma vitória interior. Um homem que viveu a solidão e o desafio da comunhão fraterna; que viveu o silêncio e a canção universal das criaturas; que experimentou incompreensão e sucesso, que vestiu o hábito da penitência, que atraiu vidas, encontrou um modo de marcar as paredes de Santa Maria Madalena em Fontecolombo, de assinar cartas com este sinal. De lembrar a todos que o Senhor nos possui e nos salva sob o signo do TAU.





O TAU FRANCISCANO

O TAU franciscano atravessa oito séculos sendo usado e apreciado. É a materialização de uma intuição. Francisco de Assis é um humano que se move bem no universo dos símbolos. O que é o TAU franciscano? É Verdade, Palavra, Luz, Poder e Força da mente direcionada para um grande bem. Significa lutar e discernir o verdadeiro e o falso. É curar e vivificar. É eliminar o erro, a mentira e todo o elemento discordante que nega a paz. É unidade e reconciliação. Francisco de Assis está penetrado e iluminado, apaixonado e informado pela Palavra de Deus, a Palavra da Verdade. É um batalhador incansável da Paz, o Profeta da Harmonia e Simplicidade. É a encarnação do discernimento: pobre no material, vencedor no espiritual. Marcou-se com este sinal da luz, vida e sabedoria.





O TAU COMO IDEAL

No mês de novembro de 1215, o Papa Inocêncio III presidia um Concílio na Igreja Constantiniana de Roma. Lá estavam presentes 1.200 prelados, 412 bipos, 800 abades e priores. Entre os participantes estavam São Domingos e São Francisco. Na sessão inaugural do Concílio, no dia 11 de novembro, o Papa falou com energia, apresentou um projeto de reforma para uma Igreja ferida pela heresia, pelo clero imerso no luxo e no poder temporal. Então, o Papa Inocêncio III recordou e lançou novamente o signo do TAU de Ezequiel 9, 1-7. Queria honrar novamente a cristandade com um projeto eclesial de motivação e superação. Era preciso uma reforma de costumes. Uma vida vivida numa dimensão missionária mais vigorosa sob o dinamismo de uma contínua conversão pessoal. São Francisco saiu do Concílio disposto a aceitar a convocação papal e andou marcando os irmãos com o TAU, vibrante de cuidado, ternura e misericórdia aprendida de seu Senhor.





TAU NAS FONTES FRANCISCANAS

Os biógrafos franciscanos nos dão testemunhos da importância que São Francisco dava ao TAU: "O Santo venerava com grande afeto este sinal", "O sinal do TAU era preferido sobre qualquer outro sinal", "O recomendava, freqüentemente, em suas palavras e o traçava com as próprias mãos no rodapé das breves cartas que escrevia, como se todo o seu cuidado fosse gravar o sinal do TAU, segundo o dito profético, sobre as fontes dos homens que gemem e lutam, convertidamente a Jesus", "O traçava no início de todas as suas ações", "Com ele selava as cartas e marcava as paredes das pequenas celas" (cf. LM 4,9; 2,9; 3Cel 3). Assim Francisco vestia-se da túnica e do TAU na total investidura de um ideal que abriu muitos caminhos.





TAU, SINAL DA CRUZ VITORIOSA

Cruz não é morte nem finitude, mas é força transformante; é radicalidade de um Amor capaz de tudo, até de morrer pelo que se ama. O TAU, conhecido como a Cruz Franciscana, lembra para nós esta deslumbrante plenitude da Beleza divina: amor e paz. O Deus da Cruz é um Deus vivo, que se entrega seguro e serenamente à mais bela oferenda de Amor. Para São Francisco, o TAU lembra a missão do Senhor: reconciliadora e configuradora, sinal de salvação e de imortalidade; o TAU é uma fonte da mística franciscana da cruz: quem mais ama, mais sofre, porque muito ama, mais salva. Um poeta dos primeiros tempos do franciscanismo conta no "Sacrum Comercium", a entrega do sinal do TAU à Dama Pobreza pelo Senhor Ressuscitado, que o chama de "selo do reino dos céus". À Dama Pobreza clamam os menores: "Eia, pois, Senhora, tem compaixão de nós e marca-nos com o sinal da tua graça!" (SC 21,22).





O TAU E A BÊNÇÃO

Francisco se apropriou da bênção deuteronômica, transcreveu-a com o próprio punho e deu a Frei Leão: "Que o Senhor te abençoe e te guarde. Que o Senhor mostre a tua face e se compadeça de ti. Que o Senhor volva o teu rosto para ti e te dê a paz. Irmão Leão; o Senhor te abençoe!" Sob o texto da bênção, o próprio Frei Leão fez a seguinte anotação: "São Francisco escreveu esta bênção para mim, Irmão Leão, com seu próprio punho e letra, e do mesmo modo fez a letra TAU como base". Assim, Francisco, num profundo momento de comunicação divina, com delicadeza paternal e maternal, abençoa seu filho, irmão, amigo e confidente. Abençoar é marcar com a presença, é transmitir energias que vêm da profundidade da vida. O Senhor te abençoe!





O TAU E A CURA DOS ENFERMOS

No relato de alguns milagres, conta-se que Francisco fazia o sinal da cruz sobre a parte enferma dos doentes. Após ter recebido os estigmas no Monte Alverne, Francisco traz em seu corpo as marcas do Senhor Crucificado e Ressuscitado. Marcado pelo Senhor, imprime a marca do Senhor que salva em tudo o que faz. Conta-nos um trecho das Fontes Franciscanas que um enfermo padecia de fortes dores; invoca Francisco e o santo lhe aparece e diz que veio para responder ao seu chamado, que traz o remédio para curá-lo. Em seguida, toca-lhe no lugar da dor com um pequeno bastão arrematado com o sinal do TAU, que traz consigo. O enfermo ficou curado e permaneceu em sua pele, no lugar da dor, o sinal do TAU (cf. 3Cel159). O Senhor identifica-se com o sofrimento de seu povo. Toma a paixão do humano e do mundo sobre si. Afasta a dor e deixa o sinal de Amor.





A COR DO TAU





O TAU, freqüentemente, é reproduzido em madeira, mas quando, pintado, sempre vem com a cor vermelha. O Mestre Nicolau Verdun, num quadro do século XII, representa o Anjo Exterminador que passa enquanto um israelita marca sobre a porta de sua casa um TAU com o Sangue do Cordeiro Pascal que se derrama num cálice. O Vermelho representa o sangue do Cordeiro que se imola para salvar. Sangue do Salvador, cálice da vida! Em Fontecolombo, Francisco deixou o TAU grafado em vermelho. O TAU pintado na casula de Frei Leão no mural de Greccio também é vermelho. O pergaminho escrito para Frei Leão no Monte Alverne, marca em vermelho o Tau que assina a bênção. O Vermelho é símbolo da vida que transcende, porque se imola pelos outros. Caminho de configuração com Jesus Crucificado para nascer na manhã da Ressurreição.






O TAU NA LINGUAGEM

O TAU é a última letra do alfabeto judaico e a décima nona letra do alfabeto grego. Não está aí por acaso; um código de linguagem reflete a vivência das palavras. O mundo judaico e, conseqüentemente, a linguagem bíblica mostram a busca do transcendente. É preciso colocar o Deus da Vida como centro da história. É a nossa verticalidade, isto é, o nosso voltar-se para o Alto. O mundo grego nos ensinou a pensar e perguntar pelo sentido da vida, do humano e das coisas. Descobrir o significado de tudo é pisar melhor o chão, saber enraizar-se. É a nossa horizontalidade. A Teologia e a Filosofia são servas da fé e do pensamento. Quem sabe onde está parte para vôos mais altos. É como o galho de pessegueiro, cortado em forma de tau é usado para buscar veios d'água. Ele vibra quando a fonte aparece cheia de energia. Coloquemos o tau na fonte de nossas palavras!





O TAU, O CORDÃO E OS TRÊS NÓS

Em geral, o Tau pendurado no pescoço por um cordão com três nós. Esse cordão significa o elo que une a forma de nossa vida. O fio condutor do Evangelho. A síntese da Boa Nova são os três conselhos evangélicos=obediência, pobreza, pureza de coração. Obediência significa acolhida para escutar o valor maior. Quem abre os sentidos para perceber o maior e o melhor não tem medo de obedecer e mostra lealdade a um grande projeto. Pobreza não é categoria econômica de quem não tem, mas é valor de quem sabe colocar tudo em comum. Ser pobre, no sentido bíblico-franciscano, é a coragem da partilha. Ser puro de coração é ser transparente, casto, verdadeiro. É revelar o melhor de si. Os três nós significam que o obediente é fiel a seus princípios; o pobre vive na gratuidade da convivência; o casto cuida da beleza do seu coração e de seus afetos. Tudo isto está no Tau da existência!





USAR O TAU É LEMBRAR O SENHOR

Muita gente usa o Tau. Não é um amuleto, mas um sacramental que nos recorda um caminho de salvação que vai sendo feito ao seguir, progressivamente, o Evangelho. Usar o TAU é colocar a vida no dinamismo da conversão: Cada dia devo me abandonar na Graça do Senhor, ser um reconciliado com toda a criatura, saudar a todos com a Paz e o Bem. Usar o TAU é configurar-se com aquele que um dia ilumina as trevas do nosso coração para levar-nos à caridade perfeita. Usar o TAU é transformar a vida pela Simplicidade, pela Luz e pelo Amor. É exigência de missão e serviço aos outros, porque o próprio Senhor se fez servo até a morte e morte de Cruz.





Por Frei Vitório Mazzuco, OFM

domingo, 18 de abril de 2010

Especial: Arquidiocese do RJ


 ”Dom Orani há 1 ano no Rio de Janeiro”

Dom Orani João Tempesta em apenas um ano conquistou a confiança e a admiração do povo carioca. Neste tempo, como Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, já recebeu os títulos de “Arcebispo mais carioca do Rio” e de “Cidadão Honorário da Cidade”. Além do carinho de cada cristão que o conhece.

Bispo popular, aproximou o povo da Igreja, e a Igreja da cultura popular. Visitou escolas de samba, esteve na festa de aniversário da Cidade, se aproximou de quem viveu momentos de muita alegria, mas também daqueles que sofreram dores irreparáveis, como os que perderam moradias e parentes, no Morro São Sebastião, em Cascadura, no final do ano passado. E, mais recentemente, no Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, onde fez questão de ir para ver, pessoalmente, os estragos causados pela chuva.

Durante a Novena de São Sebastião, mesmo sabendo que seria difícil o acesso ao Morro de São Sebastião, em Cascadura, Dom Orani fez questão de fazer a Igreja presente e de prestar sua solidariedade às famílias sofridas por causa do deslizamento de terra que ocorreu no morro, no dia 31 de dezembro.

Com as enchentes de abril, sua posição foi a mesma: prestar auxílio e solidariedade a todo o povo, pedindo aos sacerdotes de toda a Arquidiocese que estivessem atentos às necessidades locais, abrindo mesmo as portas das suas comunidades para acolherem os necessitados. Dom Orani está sempre preocupado em acompanhar aqueles que mais precisam e está atento às realidades das famílias, que precisam viver com segurança e dignidade.

Por todas as suas qualidades, e especialmente por sua dedicação ao rebanho carioca, em dezembro, o Arcebispo recebeu o título de Cidadão Honorário da Cidade, no Plenário da Câmara Municipal do Rio. Na ocasião, muitas pessoas fizeram questão de destacar características marcantes do Arcebispo: trabalhador incansável, humildade e caridade foram algumas delas.

Sempre atento ao que se passa no Brasil e no mundo, Dom Orani sabe lidar muito bem com as diferenças, e isso foi também destacado no evento pelo Presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Rio de Janeiro (Conic), Dom Filadelfo Oliveira, em uma homenagem que fez a Dom Orani.

- Creio que algumas pessoas transcendem as Instituições. Meu caro, você é uma delas. Você não é o bispo somente dos católicos, você é o bispo do povo de Deus, declarou.

Já no aniversário da Cidade, em um evento na Centro do Rio, o coordenador, Roberto Cury, presenteou o Arcebispo com um troféu que dizia “Ao Arcebispo mais carioca do Rio”, afirmando que Dom Orani já havia sido popularizado como tal.

Seja nos momentos alegres ou tristes, Dom Orani sempre está perto do povo. E isso anima muito a Igreja Católica. Nesses 12 meses à frente do governo Arquidiocesano, ele percorreu todos os vicariatos, muitas comunidades, sempre com a meta de conhecer melhor as 252 Paróquias da Arquidiocese, seus fiéis e as realidades experimentadas.

Dom Orani vem sendo incansável no anúncio do Evangelho e no incentivo à prática da caridade. Um verdadeiro pastor do povo carioca.

Fonte:http://ofsriocompridorj.blogspot.com/

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Papa adverte contra sincretismo na liturgia



Ao receber bispos do norte do Brasil

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 15 de abril de 2010 (ZENIT.org).- Bento XVI advertiu nessa quinta-feira que aqueles que, em nome da inculturação, decaem no sincretismo estão distantes da verdadeira liturgia cristã. O Papa falou a bispos do norte do Brasil (Estados do Pará e Amapá), recebidos em audiência no contexto da visita ad Limina Apostolorum.
Em seu discurso, Bento XVI enfatizou sua preocupação “por tudo o que possa ofuscar o ponto mais original da fé católica: hoje Jesus Cristo continua vivo e realmente presente na hóstia e no cálice consagrados”.
O pontífice reconheceu que “uma menor atenção que por vezes é prestada ao culto do Santíssimo Sacramento é indício e causa de escurecimento do sentido cristão do mistério”.
Isso “sucede quando na Santa Missa já não aparece como proeminente e operante Jesus, mas uma comunidade atarefada com muitas coisas em vez de estar recolhida e deixar-se atrair para o Único necessário: o seu Senhor”.
“Ora, a atitude primária e essencial do fiel cristão que participa na celebração litúrgica não é fazer, mas escutar, abrir-se, receber… É óbvio que, neste caso, receber não significa ficar passivo ou desinteressar-se do que lá acontece, mas cooperar”, disse o Papa.
Bento XVI enfatizou que “se na liturgia não emergisse a figura de Cristo, que está no seu princípio e está realmente presente para a tornar válida, já não teríamos a liturgia cristã, toda dependente do Senhor e toda suspensa da sua presença criadora”.
“Como estão distantes de tudo isto quantos, em nome da inculturação, decaem no sincretismo introduzindo ritos tomados de outras religiões ou particularismos culturais na celebração da Santa Missa”, disse.
O Papa assinalou, citando João Paulo II, que o mistério eucarístico “é um dom demasiado grande para suportar ambiguidades e reduções, particularmente quando, despojado do seu valor sacrificial, é vivido como se em nada ultrapassasse o sentido e o valor de um encontro fraterno ao redor da mesa”.
Bento XVI considera que uma das razões dessa descaracterização está numa “mentalidade incapaz de aceitar a possibilidade duma real intervenção divina neste mundo em socorro do homem”.
“A confissão duma intervenção redentora de Deus para mudar esta situação de alienação e de pecado é vista por quantos partilham a visão deísta como integralista, e o mesmo juízo é feito a propósito de um sinal sacramental que torna presente o sacrifício redentor. Mais aceitável, a seus olhos, seria a celebração de um sinal que corresponda a um vago sentimento de comunidade.”
Mas –prossegue o Papa – o culto “não pode nascer da nossa fantasia; seria um grito na escuridão ou uma simples auto-afirmação. A verdadeira liturgia supõe que Deus responda e nos mostre como podemos adorá-Lo”.
“A Igreja pode celebrar e adorar o mistério de Cristo presente na Eucaristia, precisamente porque o próprio Cristo Se deu primeiro a ela no sacrifício da Cruz. A Igreja vive desta presença e tem como razão de ser e existir ampliar esta presença ao mundo inteiro”, afirmou o pontífice.CEN
O Papa ainda enviou uma saudação a todos que estão rezando e preparando o XVI Congresso Eucarístico Nacional (CEN), que, daqui a um mês em Brasília, “verá o jubileu áureo da sua fundação enriquecido com o ‘ouro da eternidade presente no tempo: Jesus Eucaristia”.
“Que Ele seja verdadeiramente o coração do Brasil, donde venha a força para todos homens e mulheres brasileiros se reconhecerem e ajudarem como irmãos, como membros do Cristo total. Quem quiser viver, tem onde viver, tem de que viver”, disse.

domingo, 11 de abril de 2010

Novo site Franciscano


O Convento São Boaventura está com novo site para informações sobre a Ordem Franciscana e sobre a Casa de Formação (Postulantado/Filosofia) da Custódia da Imaculada Conceição.
Mais informação, oração, carisma e espiritualidade Franciscana além de vídeos e fotos. Confira agora mesmo e divulguem mais uma ferramenta de Evangelização On line.

sábado, 10 de abril de 2010

Crucifixo Franciscano de São Damião


O CRISTO DE SÃO DAMIÃO por Frei Richard Moriceau, o.f.m.cap.
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Este texto é o comentário de uma instalação áudio-visual, não é vendido no San Damiano Crucifixo.

O crucifixo de São Damião é um ícone de Cristo em glória. É o fruto da meditação silenciosa, a contemplação cuidadosa, acompanhada por um tempo de jejum.

O ícone foi pintado em tela, logo após 1100, e depois colada sobre madeira. Obra de um artista desconhecido do vale da Úmbria, é inspirado no estilo românico do tempo e na iconografia oriental. Este cruzamento, de 2'10 m de altura por 1,30 de largura, foi feito para a igreja de "San Damiano, Assisi". Quem pintou, não suspeitam que a importância desta cruz teria para nós hoje. Ela exprime a fé da Igreja. Quer tornar visível o invisível. Quer em, através e além da imagem, as cores, a beleza, o mistério de Deus.

Admitamos, então, este ícone de uma porta do céu, que foi aberta graças a um crente.

Agora vamos olhar para nós saber, lê-lo em detalhe. Agora sabemos orar.

O São Damião é, dizem, o mundo o mais amplamente crucifixo. É um tesouro para a família franciscana.

Ao longo dos séculos e das gerações, irmãos e irmãs da Família Franciscana estava prostrada diante do crucifixo, pedindo luz para realizar a sua missão na Igreja.

Atrás deles, e seguindo o seu exemplo, incorporémonos ao olhar de Francisco e Clara. Se o Cristo falou para nós até hoje! Orémosle. Ouvi-lo. Vamos a ele com palavras de Francisco:

"Altíssimo, Glorioso, Deus
ilumina as trevas do meu coração
e dai-me uma fé direita, uma esperança certa e uma caridade perfeita
senso e conhecimento,
Ó Senhor,
para fazer seu santo e verás mandato " (PrCr).


Escavar na contemplação de Cristo

À primeira vista, vemos imediatamente a figura central de Cristo. Dimensional personagem é o mais importante. Capa muito da Cruz. Além disso, e acima de tudo, está sobre os méritos de Cristo, e ele, sozinho, é cheio de luz. Seu corpo inteiro é luz. Destaques sobre os outros personagens, é como antes. Depois de seus braços e pés, preto simboliza o túmulo vazio: a escuridão é um sinal das trevas.

A luz que inunda o corpo de Cristo, nasce de dentro de sua pessoa. Seu corpo irradia claridade e vem iluminar. Eles vêm à nossa mente as palavras de Jesus: "Eu sou a luz do mundo quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida" (Jo 8:12). Como direito Francisco, quando ele orou: "Alto, glorioso Deus, iluminai as trevas do meu coração."

Este é um Cristo inspirado no Evangelho de João. Cristo é a Luz, e também o Cristo glorioso. Sem tensão ou dor, é pé na cruz. Lá ele trava. Sua cabeça não está usando uma coroa de espinhos, usa uma coroa de glória.

Estamos do outro lado da realidade histórica da coroa de espinhos que existiam poucas horas e sofrimento que ele ganhou a coroa de glória. Olhando para ele, pensando talvez em sua morte, em suas dores, que aparecem várias faixas: o sangue, as unhas, a ferida no seu lado, e, no entanto, estamos além da morte. Contemplar o Cristo glorioso, vivo.

Não nos lembrar todas as nossas dores, um dia, será transformado em glória?

Cristo denota doação, abandono confiante no Pai. Ele diz no Evangelho de João: "... Eu dou minha vida ... Ninguém a tira de mim, eu na minha própria ... Ninguém tem maior amor do que dar a vida por seus amigos "(Jo 10:17-18, 15:13). Aí vem a Cristo, que é dado. Parece oferecer, pronto para tudo, confiantes no Pai.

Não somos convidados a seguir seus passos, a dar-nos também, para dar a sua vida?

Cristo é também aquele que acolhe o mundo. Ele tem os braços abertos, como se quisesse abraçar o universo.

Suas mãos estão abertas para acolher e produzir nelas. Eles também se abrem, convidando-nos a olhar além de nós, no céu. Não estão abertas também para ajudar a sustentar nossos passos e levantar-se depois de cair?

O rosto de Cristo

O rosto de Cristo é um rosto sereno, pacífico. Em consonância com a bela tradição de ícones, tem olhos grandes, boca pequena, orelhas quase invisível. Por quê? Na contemplação do Pai, o mundo de glória, já não precisa da palavra, nem existe, porque ouvem. Basta olhar, a olhar com amor. Como Cristo Pai assistindo.

Seus olhos estão abertos. Eles vêem através de nós para todos os homens. Seu olhar envolve aqueles que estão próximos, a quem eles fornecem, mas é, por sua vez, sensível a todos. "Este é o meu sangue derramado por vós e por causa da multidão" (cf. Mt 26:28). Com o seu olhar alcança todas as gerações, as pessoas hoje em dia, tudo o que será. Ele chega para salvá-los todos.

Em suma, é o Cristo vivo, cheio de serenidade e de glória, deixou seu pai e se virou para os homens. Eis aqui o Cristo contemplado por Francisco!

O ícone do topo

Em primeiro lugar, a partir do fundo, uma inscrição em vermelho e preto, com as palavras "Iesus Nazarenus Rex Iudeorum", "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus". Este texto refere-se explicitamente nos o Evangelho de João (Jo 19,19). Os outros evangelistas dizem: "Jesus, Rei dos Judeus". A nomeação do ícone, então o texto de João com a palavra Nazareno. Um gesto simples, mas um detalhe importante para o Francisco. Nazareno é a memória da vida pobre, escondido e laboriosa de Jesus. Jesus trabalhou com suas mãos. O da glória, que é tudo LUZ, passaram pela pobreza de Nazaré, pelo trabalho humano.

Por sinal, um círculo. No círculo, um personagem, o Cristo da Ascensão.

Sobe. Parece que subir uma escada. Deixar o túmulo, representada na escuridão perto do círculo. Ele vai para seu pai. Traga a mão esquerda uma cruz de ouro, um sinal de sua vitória sobre o pecado. Estenda sua mão direita em direção ao pai.

A cabeça de Cristo está fora do círculo. E nesse círculo, a iconografia é um símbolo de perfeição, plenitude. Mas a perfeição humana e integridade não pode cobrir Cristo. Cristo transcende toda a plenitude. Assim é o rosto acima do círculo.

A esquerda ea direita, alguns anjos. Olham a vinda de Cristo em glória. Eles são caras felizes. Cristo está satisfeito com eles, e ainda se virou para todos, sem tirar os olhos do padre. Na sua Ascensão, Glória, Jesus Salvador continua a sua missão.

O semicírculo no ápice da cruz

Um círculo, que é apenas o fundo. O outro é invisível. Este círculo simboliza o pai. O pai, conhecido por aquilo que Cristo revelou ele, continua, diz Francis, o desconhecido, o insondável, a tudo o resto.

Portanto, vemos apenas um semicírculo. O resto, ninguém sabe. O mistério de Deus é incompreensível para nós hoje.

Em um semicírculo, uma mão com dois dedos estendidos. É a mão do Pai que enviou seu Filho ao mundo e, por sua vez, recebe a glória.

Os dois dedos pode ter um duplo significado: lembre-se as duas naturezas de Cristo, o homem e Deus. Este é o Filho do Pai. Ou, diga o Espírito Santo. Dizemos em Veni Creator: "Digitus dexterae Paternae": "O dedo da mão direita do Pai". Isto é chamado o Espírito Santo. Em seu discurso de abertura do IV Concílio de Latrão, o tempo de Francisco, Inocêncio III, fala do Espírito Santo chamado dedo de Deus.

É incrível ver como este ícone evoca todo o mistério da Santíssima Trindade: Francisco não podia ver o Cristo sem anexar o Pai eo Espírito Santo. A contemplação desse ícone pode ser ajudado, talvez, vislumbrar a plenitude de Deus.

E nós? Não nos deixemos guiar pelo Espírito de penetrar no mistério de Deus?

Os braços da cruz

No âmbito de cada mão e no antebraço de Cristo são dois anjos. O sangue das feridas limpas, e derrama seu braço sobre os personagens localizado abaixo. Todos são salvos pela Paixão.

Nas extremidades dos braços da cruz, duas personagens parecem vir. Indicado pela mão túmulo vazio, simbolizado pelas trevas por trás os braços de Cristo: não são as mulheres que vieram ao túmulo para embalsamar o corpo e os dois anjos que lhes mostrar Cristo Glorioso?

Em ambos os lados de Cristo

No flanco de Cristo, existem cinco personagens intimamente unido a ele que estão no Evangelho de João: "Junto à cruz de Jesus estavam sua mãe, a irmã de sua mãe Maria, mulher de Cléofas e de Maria Madalena" (Jo 19:25 .)

Vamos a estes personagens, cujos nomes aparecem no fundo das suas imagens.

À direita de Cristo são Maria e João. João fica ao lado de Cristo, como na Ceia. Foi ele que viu através de seu lado, sangue e água para fora da ferida, e que testemunharam verdade (Jo 19:35).

Maria, rosto sério é sereno: nenhum traço exagerado sua dor é realmente a serenidade do crente que aguarda a pé da cruz, e cuja esperança é não decepcionar. Sobre a mão esquerda no queixo. Na tradição do ícone, este gesto significa dor, admiração, reflexão. Com a mão direita apontando para Cristo. John faz o mesmo gesto e olha para Maria, pedindo o significado dos fatos.

Não contém, nesta pintura e essas atitudes, a todo o ensino sobre o papel de Maria, que nos conduz a Cristo e nos ajuda a entender?

"Francisco não entendia bem o papel de Maria? E nós? Maria reconhece seu verdadeiro papel: ensinar-nos a conhecer a Cristo?

Cristo flanco esquerdo há três personagens: Duas mulheres e um homem. É Cristo, Maria Madalena e Maria, mãe de Tiago Menor: as duas mulheres que chegaram primeiro ao túmulo na manhã de Páscoa. Com a mão esquerda no queixo, Maria Madalena expressa a dor, enquanto a outra Maria, a mãe de Tiago, ele apontou com a mão de Jesus ressuscitado, pedindo-lhe para não se fechar em seu próprio sofrimento.
Juntamente com as duas mulheres, um homem:
O centurião romano que estava antes de Cristo, e vendo que "tinha terminado dessa maneira, disse:" Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus "(Mc 14,39). É o modelo para todos os crentes. Parece segurar em sua mão esquerda o livro no qual estava escrito a frase. Com a mão direita e levantou três dedos, define a sua fé no Deus uno e trino: Pai, Filho e Espírito Santo.

Acima do ombro esquerdo do centurião romano aparece uma cabeça minúscula e, por trás, como um eco, outras cabeças. Não é a multidão, todos os fiéis que vêm ver Cristo e entrar em seu mistério e reavivar a nossa fé?

Aos pés de Maria, uma figura menor. Nós lemos o seu nome: Longino. É o soldado romano. Olhe para Cristo, e tem nas mãos a lança perfurou seu lado.

Por outro lado, ao pé do centurião, um outro personagem. Apoia a mão no quadril, e parece zombar do Cristo crucificado. Suas roupas sugerem que o chefe da sinagoga. Seu rosto está de perfil. Surpreendentemente, um ícone, cujos personagens são geralmente de cabeça no lado da luz. Este homem ainda não atingiu a luz de Cristo. É necessário que o outro lado do rosto, que não é, sair do escuro e é iluminado pela Ressurreição.

Aos pés do Cristo

Aos pés da cruz, à direita, há duas personagens: Pedro, com uma chave, e São Paulo. Deve ser outro. O tempo foi apagado. Eram, talvez, os santos do Antigo Testamento, São Damião, patrono dessa igreja, talvez até San Rufino, o patrono da catedral de Assis. O sangue se espalha a partir das feridas neles e purifica-los.

Sobre Pedro metade, até a perna esquerda na frente do Cristo, um galo desafio. Ele evoca a negação de Pedro eo nosso. É o símbolo, também, o novo amanhecer. Sauda com ela cantando os primeiros raios do sol e nos convida a deixar o sonho de entrar para a luz de Jesus ressuscitado.


* * *

O Cristo de São Damião, recentemente referido, contém uma impressionante densidade teológica. Nele encontramos a evocação do mistério trinitário e plenitude de Cristo encarnado, crucificado e ressuscitado. Unido com o seu próprio no céu da Ascensão, que esteja permanentemente voltada para nós. Sua missão é salvar a todos nós. Enfrentamos o total mistério pascal.

Cristo não está apenas na cruz. Está no meio de um povo, simbolizada pelas personagens que o cercam e testemunharam sua ressurreição. Hoje, também, mantém vivo na sua Igreja. Convites para aqueles que parecem ser suas testemunhas.

Nós ouvimos sua chamada?

* * *

Francisco olhou interrogativamente detenção de crucifixo. E ele tornou-se uma estrada que levava à contemplação do seu Senhor. Foi o ponto de partida da sua missão: "Ide e repara a minha Igreja".

Francisco também sempre deixou porque ele viu que a educação (criação, os leprosos, os seus irmãos ...). Não aprendi muito frequentemente atrasando seus olhos solene sobre este ícone?

Seu biógrafo Celano diz que Cristo falou a Francisco. Podemos agora compreender o significado desta frase e vamos começar por Cristo, para participar na construção da Igreja, nas pegadas de São Francisco.

Deixe esta meditação ajuda-nos a amar o crucifixo de São Damião, neste ícone!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Novo Pároco na Igreja de São Francisco


Frei José Braz,OFMConv. assumiu hoje como o novo Pároco na Igreja de São Francisco de Assis.
Numa celebração eucarística animada e presidida pelo Vigário Episcopal Pe Augusto.
Muitos cânticos e orações além do rito de posse anunciado pelo Vigário Paroquial Frei Ariel.
Rezaram também pelas vítimas das chuvas no Estado do Rio de Janeiro e também pelos falecidos nesta tragédia em especial aos nossos amigos da vizinhança.
Ao término da Eucaristia Frei Braz recebeu as congratulações no pátio paroquial.
Contaram nesta cerimonia a presença do Formador dos Frades Teólogos Frei Donil, os Frades estudantes e as irmãs religiosas de várias congregações.

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